O que é CDB? Como Funciona e Fazer Investimento?

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O CDB é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Em troca, o investidor recebe juros, definidos por uma taxa pós-fixada (atrelada ao CDI), prefixada (taxa fixa ao ano) ou híbrida (IPCA + juros reais). A seguir, um guia completo de como o CDB funciona, como fazer o investimento e um comparativo com a poupança.

O que é CDB? Como Funciona e Fazer Investimento?


Como o CDB rende (CDI, prefixado e IPCA)

  • Pós-fixado (CDI): indicado como “CDB 90% a 120% do CDI”, por exemplo. Se o CDI for X% a.a., um CDB 100% do CDI rende bruto ≈ X% a.a.
  • Prefixado: taxa fixa definida na aplicação (ex.: 12% a.a.). Ótimo se a taxa cair depois.
  • Atrelado ao IPCA: paga a inflação (IPCA) + juros reais (ex.: IPCA + 6% a.a.), protegendo o poder de compra no longo prazo.

Regra de bolso: para comparar ofertas pós-fixadas, considere tudo para “% do CDI” e avalie o pós-imposto. Importante: 100% do CDI não significa dobrar o dinheiro rapidamente. Significa apenas acompanhar a taxa CDI anual vigente (ex.: se CDI for 10% a.a., o CDB 100% do CDI renderá aproximadamente 10% ao ano, antes de impostos). Essa confusão é comum, mas o CDI é um índice de juros do mercado, não um multiplicador do capital.

O que é “100% do CDI” (sem mistério)

O CDI é uma taxa de referência da renda fixa usada entre bancos. Quando um CDB paga 100% do CDI, significa que ele acompanha integralmente essa taxa. Exemplo simples: se o CDI estiver em 11% ao ano, um CDB 100% do CDI rende cerca de 11% a.a. bruto (antes do imposto). Se pagar 110% do CDI, rende aproximadamente 12,1% a.a. bruto (11% × 1,10).

  • 🚫 Não dobra em poucos meses: com 11% a.a., o dinheiro levaria cerca de 6 a 7 anos para dobrar (regra dos 72: 72 ÷ 11 ≈ 6,5 anos).
  • 📉 O que vale é o líquido: rendimento após o IR regressivo (22,5% a 15%, conforme o prazo). Em prazos longos (> 720 dias), a alíquota cai para 15%.

Exemplo didático (CDI = 11% a.a.)

Oferta Bruto a.a. Líquido a.a. (IR 15%)
CDB 90% do CDI ≈ 9,90% ≈ 8,42%
CDB 100% do CDI ≈ 11,00% ≈ 9,35%
CDB 110% do CDI ≈ 12,10% ≈ 10,29%
CDB 120% do CDI ≈ 13,20% ≈ 11,22%

Valores aproximados e apenas ilustrativos. O CDI varia ao longo do tempo; use-os como referência de raciocínio, não como promessa de rentabilidade.

Liquidez e prazos

  • Liquidez diária: saque a qualquer momento (útil para reserva de oportunidade), mas costuma pagar menor % do CDI.
  • Vencimento fixo: sem resgate antes do prazo (salvo exceções). Via de regra paga % do CDI maior ou taxas prefixadas/ IPCA+ melhores.

Tributação

O CDB segue IR regressivo sobre os rendimentos: 22,5% (até 180 dias), 20% (181–360), 17,5% (361–720) e 15% (> 720). IOF pode incidir nos primeiros 30 dias. A alíquota é retida na fonte.

Vantagens e riscos

  • ✅ Cobertura do FGC até R$ 250 mil por CPF e por instituição (limite global R$ 1 milhão a cada 4 anos).
  • ✅ Previsibilidade de rendimento e ampla oferta em bancos e corretoras.
  • ⚠️ Risco de liquidez em CDBs sem resgate antecipado; evite usar para reserva de emergência.
  • ⚠️ Risco emissor: mitigado pelo FGC até os limites; acima disso, diversifique emissores.

Comparativo: CDB x Poupança

A poupança rende, como regra geral, 0,5% ao mês + TR quando a Selic está acima de 8,5% a.a. (isenta de IR). Já um CDB 100% do CDI rende próximo ao CDI bruto, mas paga IR. Abaixo, dois cenários ilustrativos para R$ 10.000 em 12 meses:

Cenário A — CDI ≈ 10% a.a. (exemplo)

Produto Rendimento bruto Imposto Rendimento líquido Valor final
Poupança ≈ 6,17% a.a. Isento ≈ 6,17% a.a. ≈ R$ 10.617
CDB 100% CDI ≈ 10,00% a.a. IR 17,5%* ≈ 8,25% a.a. ≈ R$ 10.825

Cenário B — CDI ≈ 12% a.a. (exemplo)

Produto Rendimento bruto Imposto Rendimento líquido Valor final
Poupança ≈ 6,17% a.a. Isento ≈ 6,17% a.a. ≈ R$ 10.617
CDB 100% CDI ≈ 12,00% a.a. IR 17,5%* ≈ 9,90% a.a. ≈ R$ 10.990

*Alíquota de IR meramente ilustrativa para aplicações entre 361 e 720 dias. Ajuste conforme o prazo real. Os valores e percentuais acima são arredondados e servem apenas como referência pedagógica.

Leitura rápida: quando o % do CDI do CDB for competitivo (≥ 100% do CDI) e o prazo permitir alíquota de IR menor, o CDB costuma superar a poupança no líquido. Para prazos curtíssimos (IR alto/IOF) ou ofertas fracas (ex.: 80% do CDI), a poupança pode empatar ou ganhar.

Como investir em CDB

  1. Abra conta em corretora ou banco com boa oferta de CDBs.
  2. Defina o objetivo (liquidez diária, médio/longo prazo, proteção contra inflação).
  3. Compare % do CDI, taxa prefixada ou IPCA +, prazo, liquidez e FGC.
  4. Distribua entre emissores para respeitar os limites do FGC.

Perguntas Frequentes sobre CDB

O que é um CDB?

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa emitido por bancos para captar recursos. Ao investir, você “empresta” dinheiro ao banco e recebe de volta o valor aplicado acrescido de juros no vencimento ou de forma periódica.

Quais são os tipos de CDB disponíveis?

Existem três principais tipos de CDB: prefixado (juros fixos conhecidos na aplicação), pós-fixado (rende atrelado a um índice como o CDI) e híbrido (combina prefixado e inflação, como IPCA + juros).

Qual é o prazo de resgate de um CDB?

O prazo varia conforme o banco e o produto escolhido. Alguns CDBs permitem resgate diário (liquidez diária), enquanto outros exigem esperar até a data de vencimento para retirar o valor investido.

O CDB é seguro?

Sim. Além da solidez do banco emissor, os CDBs contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para aplicações de até R$ 250 mil por CPF e por instituição financeira.

Qual é a tributação sobre CDB?

O CDB sofre cobrança de Imposto de Renda conforme a tabela regressiva da renda fixa: começa em 22,5% para investimentos até 180 dias e pode chegar a 15% para prazos acima de 720 dias. O IOF incide apenas em resgates feitos antes de 30 dias.

Qual a diferença entre CDB e poupança?

O CDB geralmente rende mais que a poupança, principalmente em prazos médios e longos. Ambos contam com a garantia do FGC, mas o CDB costuma ter maior rentabilidade e diferentes opções de prazo e indexadores.

Como investir em CDB?

Você pode investir em CDB diretamente pelo banco emissor ou através de corretoras de valores. Basta ter conta em uma instituição financeira habilitada e escolher o CDB mais adequado ao seu perfil de investidor.

Empréstimo NoVerde – Como Funciona

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O NoVerde é uma plataforma digital que atua como correspondente bancário, oferecendo crédito pessoal 100% online, com análise rápida e contratação sem burocracia. A seguir, você encontra um guia direto e atualizado com modalidades, requisitos, taxas, prazos, simulação e canais oficiais.

Empréstimo NoVerde: Guia Completo


Tipos de empréstimos oferecidos

O foco do NoVerde é o empréstimo pessoal sem garantia (crédito direto ao consumidor). Não há oferta direta, no site/app, de consignado, FGTS ou crédito com garantia (veículo/imóvel). Essas modalidades podem aparecer apenas por meio de parceiros e marketplaces de crédito, com regras e taxas próprias de cada instituição.

  • Pessoal sem garantia — valores típicos até R$ 8.000 e prazos de 3 a 18 meses.
  • Outras modalidades (consignado, FGTS, garantia) — apenas via parceiros; condições variam conforme a instituição ofertante.

Requisitos para solicitar

  • ✅ Ser maior de 18 anos e ter CPF válido;
  • ✅ Documento de identificação (RG ou CNH) e conta bancária em seu nome;
  • ✅ Preencher cadastro e passar pela análise de crédito (pode considerar dados além do score tradicional);
  • ✅ Negativados podem solicitar — a aprovação depende da análise de risco.

Taxas de juros e prazos

De acordo com informações oficiais, as taxas variavam entre 7,9% e 18,9% ao mês, com prazos mínimos de 3 e máximos de 18 meses. O valor final do contrato considera o CET (Custo Efetivo Total), que inclui juros e encargos. Sempre confira a taxa exibida na sua proposta antes de concluir.

Dica: faça simulações e compare o valor total a pagar além da parcela mensal.

Simulação de parcelas (R$ 8.000)

Como o NoVerde oferece apenas o crédito pessoal sem garantia, o comparativo entre modalidades (consignado, FGTS, garantia) não se aplica aqui. Abaixo, uma simulação ilustrativa do empréstimo pessoal para prazos praticados pela plataforma.

12 meses

Taxa mensal (a.m.) Parcela aproximada Total aproximado
7,9% a.m. R$ 1.056,07 R$ 12.672,80
10,0% a.m. (exemplo) R$ 1.174,11 R$ 14.089,28
18,9% a.m. R$ 1.728,52 R$ 20.742,20

18 meses

Taxa mensal (a.m.) Parcela aproximada Total aproximado
7,9% a.m. R$ 847,70 R$ 15.258,67
10,0% a.m. (exemplo) R$ 975,44 R$ 17.557,95
18,9% a.m. R$ 1.582,14 R$ 28.478,54

Atenção: valores meramente ilustrativos com base em fórmula de financiamento (tabela Price). A sua taxa e CET podem ser diferentes conforme análise. Caso a plataforma disponibilize novos prazos (ex.: 24/36 meses) ou novas modalidades, atualize este bloco.

Negativados conseguem?

Sim. Pessoas com restrição podem solicitar. A aprovação depende da avaliação de risco do credor parceiro. Quanto melhor o histórico recente, maiores as chances de taxa menor e aprovação mais rápida.

Prazo de liberação

Após aprovação e assinatura digital, a liberação costuma ocorrer em até 1 dia útil. Em alguns casos, pode variar conforme validações adicionais do parceiro financeiro.

Como solicitar: online e WhatsApp

  • Online: simule e contrate diretamente pelo site/app oficial.
  • WhatsApp: a empresa informa atendimento via WhatsApp com selo verde verificado. Acesse a conversa pelos botões oficiais do site/app para evitar números falsos.

Alerta de fraude: desconfie de quem pede pagamento antecipado, taxa para “liberar” crédito, ou solicita códigos de verificação. Nunca compartilhe senhas e confirme se o número possui o selo de verificação.

Observações importantes

  • Compare CET e valor total do contrato, não apenas a parcela.
  • Guarde proposta, contrato e comprovantes de pagamento.
  • Use apenas canais oficiais (site/app) ou parceiros reconhecidos.
  • Prazos usuais de 3 a 18 meses; valores e condições podem mudar.

Contatos e canais oficiais

  • Site: noverde.com.br
  • Aplicativo: baixe nas lojas oficiais (Android/iOS) a partir do site.
  • Telefone: (11) 4020-1583 (dias úteis, horário comercial)
  • E-mail: [email protected]
  • WhatsApp: acesse via atalho do site/app e verifique o selo verde.

Perguntas Frequentes sobre o Empréstimo NoVerde

O que é o empréstimo NoVerde?

O NoVerde é uma fintech que oferece empréstimos pessoais de forma 100% online, rápida e segura, permitindo que você solicite crédito diretamente pelo celular.

Quem pode solicitar um empréstimo na NoVerde?

Qualquer pessoa maior de 18 anos, com CPF ativo, conta bancária em seu nome e que passe pela análise de crédito pode solicitar um empréstimo na NoVerde.

Qual é o valor disponível para empréstimo?

Os valores disponíveis variam de acordo com o perfil de cada cliente e o resultado da análise de crédito feita pela NoVerde.

Como funciona a análise de crédito?

A NoVerde avalia seu histórico financeiro, dados pessoais e capacidade de pagamento. Esse processo é totalmente digital e rápido, garantindo segurança na concessão do crédito.

Em quanto tempo o dinheiro é liberado?

Após a aprovação do empréstimo, o valor é transferido para a conta bancária do cliente em até 1 dia útil.

O NoVerde é seguro?

Sim. A NoVerde utiliza tecnologia de criptografia e protocolos de segurança avançados para proteger as informações pessoais e financeiras de seus clientes.

Limite do Cartão Baixou: Por Que Isso Acontece e o Que Fazer?

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Você tinha um limite confortável no cartão de crédito… e do nada, ele despencou. Sem aviso, sem atraso, sem entender o motivo. Se isso aconteceu com você, calma: não é um erro, e sim algo que os bancos e operadoras fazem com base em critérios internos — que nem sempre são claros. Mas dá pra entender o que está por trás disso e o que fazer a seguir.

Limite do Cartão Baixou: Por Que Isso Acontece e o Que Fazer?


Por que o limite do cartão de crédito pode diminuir?

Existem diversos motivos para o banco reduzir o limite do seu cartão — mesmo que você esteja pagando em dia. Veja os mais comuns:

1. Mudança no seu perfil de risco

Os bancos analisam constantemente o comportamento dos clientes. Se perceberem algo que aumente o risco de inadimplência, eles podem agir preventivamente.

Isso pode incluir:

  • Queda na renda (detectada por movimentação bancária)
  • Diminuição no uso do cartão
  • Aumento do uso do limite rotativo
  • Inclusão recente no Cadastro Negativo (mesmo que de outra dívida)

2. Uso muito abaixo do limite

Se você tem um cartão com limite de R$ 8.000 mas gasta, em média, R$ 500, o banco pode entender que esse limite está “ocioso” e decidir reduzir para um valor mais condizente com seu uso real.

📉 Isso é comum em clientes que recebem aumento de limite e não utilizam.

3. Alterações internas no banco

Às vezes, a redução do limite não tem nada a ver com você.

Instituições financeiras fazem revisões periódicas para ajustar sua política de crédito, especialmente em:

  • Crises econômicas
  • Fusão de bancos ou mudanças de bandeira
  • Limitações de exposição ao risco em determinadas faixas de clientes

4. Falta de movimentação no cartão

Se você ficou meses sem usar o cartão, a administradora pode interpretar isso como falta de interesse ou risco de desuso prolongado — e reduzir o limite ou até cancelar o cartão.

A redução do limite pode acontecer sem aviso?

Sim.

Os bancos não são obrigados a avisar com antecedência quando vão reduzir o limite do cartão de crédito.

Eles apenas precisam informar depois que a alteração foi feita — geralmente por SMS, e-mail ou mensagem no app.

Isso afeta meu score de crédito?

Não diretamente.

A redução do limite não derruba seu score, mas pode afetar a “utilização de crédito”, um dos critérios de pontuação.

📌 Exemplo:

Se seu limite era R$ 5.000 e você usava R$ 1.000, estava usando 20% do limite.

Se o limite cair para R$ 1.500 e você continuar usando R$ 1.000, estará usando 66% — o que pode reduzir sua nota com o tempo.

O que fazer se o limite foi reduzido?

Aqui vão algumas estratégias para lidar com a situação:

  • 1. Entre em contato com o banco
    Peça uma reavaliação do limite. Se você tiver renda comprovada e bom histórico, o banco pode reconsiderar.
    💡 Leve documentos atualizados, como holerite, declaração de IR ou extrato bancário.
  • 2. Use outro cartão (se tiver)
    Alternar o uso entre cartões pode manter sua movimentação saudável e evitar surpresas.
  • 3. Evite estourar o novo limite
    Use com moderação para manter um bom relacionamento com a instituição e facilitar um futuro aumento.
  • 4. Use o cartão com frequência
    Mesmo que com valores baixos. Isso mostra interesse e ajuda na reanálise.

O limite caiu? Você ainda tem controle

Embora pareça injusto, a redução do limite é uma prática comum no mercado — e muitas vezes é reversível.

📌 O segredo é manter um bom relacionamento com o banco, organizar suas finanças, e evitar sustos com o uso do cartão.

Se o limite caiu, não é o fim do mundo. É só o sinal de que está na hora de rever o jogo com mais estratégia.

Perguntas Frequentes sobre Redução de Limite no Cartão

O banco pode reduzir meu limite sem me avisar?

Sim. As instituições financeiras não são obrigadas a avisar com antecedência. Elas só precisam comunicar após a mudança, geralmente por SMS, app ou e-mail.

Ter o limite reduzido prejudica meu score?

Não diretamente. Mas se você continuar usando a mesma quantia e ela representar uma fatia maior do seu novo limite, pode impactar negativamente o score ao longo do tempo.

Consigo recuperar o limite antigo?

Sim, é possível solicitar uma reavaliação ao banco, principalmente se você tiver renda comprovada e bom histórico de uso. Levar documentos atualizados ajuda na análise.

O Que é e Como Aumentar Seu Score

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O que é score de crédito e para que serve?

O score de crédito é uma pontuação que indica o grau de confiança que o mercado tem em você como pagador. Ele funciona como um termômetro do seu comportamento financeiro e vai de 0 a 1000 pontos (no Brasil), sendo que quanto maior o score, maior a chance de conseguir crédito com melhores condições — como aprovação de cartão, empréstimos ou financiamentos com juros mais baixos.

O Que é e Como Aumentar Seu Score


Como o score de crédito é calculado?

As principais empresas de análise de crédito, como Serasa, SPC e Boa Vista, consideram diversos fatores, como:

  • 🔹 Histórico de pagamento – se você paga suas contas em dia
  • 🔹 Dívidas negativadas – se já teve nome sujo ou ainda está com restrição
  • 🔹 Tempo de relacionamento com o mercado – quanto tempo você tem CPF ativo
  • 🔹 Cadastro Positivo – se você permite que sejam consideradas suas contas pagas
  • 🔹 Consultas ao CPF – muitas consultas podem indicar risco

Faixas de score (Serasa)

  • 0 a 300 – Baixo (alto risco de inadimplência)
  • 301 a 500 – Regular
  • 501 a 700 – Bom
  • 701 a 1000 – Muito bom (baixo risco)

Para que serve o score de crédito?

  • Aprovação de cartão de crédito
  • Empréstimos e financiamentos
  • Condições melhores de parcelamento
  • Avaliação por empresas e até aluguéis

Quando e como as empresas consultam o score?

As empresas consultam o score de crédito para avaliar o risco de conceder crédito ou firmar compromissos financeiros. Isso acontece em:

  • Antes de aprovar um cartão de crédito
  • Ao analisar pedidos de empréstimo ou financiamento
  • Durante a abertura de conta bancária
  • Na concessão de crediário
  • Ao alugar imóveis ou fazer consórcios
  • Na venda parcelada de produtos

A consulta é feita por sistemas integrados aos birôs de crédito e geralmente ocorre de forma instantânea.

Onde o score é consultado?

Empresas credenciadas junto aos birôs de crédito fazem as consultas:

  • 🔹 Bancos e instituições financeiras
  • 🔹 Lojas físicas e e-commerces
  • 🔹 Empresas de telefonia, internet e serviços públicos
  • 🔹 Imobiliárias e plataformas de crédito pessoal

Importante: A empresa precisa ter uma finalidade legítima para consultar seu CPF.

Como saber se estão consultando seu score?

Você pode verificar acessando os sites:

Esses serviços mostram quem consultou seu CPF, quando e qual era sua pontuação.

O que melhora o score de crédito?

  • ✅ Pagar contas em dia (água, luz, telefone, cartão de crédito)
  • ✅ Ter o nome limpo
  • ✅ Participar do Cadastro Positivo
  • ✅ Usar o crédito com moderação
  • ✅ Atualizar dados nos birôs de crédito
  • ✅ Criar um histórico positivo com valores baixos

O que derruba o score de crédito?

  • ❌ Atrasar ou não pagar contas
  • ❌ Ter dívidas negativadas (nome sujo)
  • ❌ Muitas consultas ao CPF em pouco tempo
  • ❌ Usar 100% do limite do cartão ou cheque especial
  • ❌ Não movimentar contas por muito tempo
  • ❌ Não ter o Cadastro Positivo ativado

Dica prática

Consistência é mais importante do que valores altos.
Pagar uma conta de R$ 30 em dia todos os meses ajuda mais do que pagar uma de R$ 2.000 uma vez e atrasar a próxima.

Como consultar seu score de crédito (grátis)

Como aumentar seu score de crédito (passo a passo)

  • ✅ Pague todas as contas em dia
  • ✅ Negocie e quite dívidas negativadas
  • ✅ Ative o Cadastro Positivo
  • ✅ Evite muitas solicitações de crédito em sequência
  • ✅ Use bem o limite do cartão
  • ✅ Atualize seus dados
  • ✅ Crie um histórico com bons hábitos financeiros

Dica final: Disciplina e consistência são mais importantes que pressa. Leva de 3 a 6 meses para começar a ver os efeitos.

Perguntas Frequentes sobre Score de Crédito

Qual o score ideal para crédito?

Um score considerado ideal costuma estar acima de 700 pontos. Nessa faixa, o consumidor é visto como de baixo risco pelas empresas, o que aumenta as chances de conseguir crédito com melhores condições, como juros menores e maior aprovação.

Score 460 é bom?

Um score de 460 é classificado como “regular” pela Serasa. Isso significa que o consumidor ainda pode ter dificuldades para conseguir crédito em algumas instituições, mas não está entre os perfis considerados de alto risco. Melhorar hábitos financeiros pode ajudar a subir essa pontuação.

É possível ter um score de 1.000 na Serasa?

Sim, é possível alcançar 1.000 pontos no score da Serasa. Embora seja raro, alguns consumidores com histórico financeiro impecável, sem inadimplência, com Cadastro Positivo ativo e bom relacionamento com o mercado conseguem atingir essa pontuação máxima.

O que faz cair o score?

Diversos fatores podem fazer o score cair: atrasos no pagamento de contas, dívidas negativadas (nome sujo), uso excessivo de crédito (como cartão e cheque especial), muitas consultas ao CPF em curto prazo, falta de movimentação financeira e ausência no Cadastro Positivo.

Antecipar o FGTS prejudica o score?

Não. Antecipar o FGTS não prejudica o score de crédito. Essa operação é considerada um tipo de empréstimo com garantia, e desde que seja paga corretamente, não afeta negativamente sua pontuação. Na verdade, pode até ajudar se for quitada em dia.

Quantas consultas no CPF abaixam o score?

Não existe um número exato divulgado, mas muitas consultas em pouco tempo podem sinalizar ao mercado que você está buscando crédito com urgência — o que pode indicar risco. Isso pode impactar negativamente o score, especialmente se não forem acompanhadas de pagamentos ou liberações de crédito.

Milhas e Benefícios: Paguei no Débito, Perdi Pontos? Como Evitar

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Você passou a compra no débito, achando que estava acumulando milhas… e depois percebeu que nada entrou no programa de pontos. Mas será que realmente não dá pra ganhar pontos pagando no débito? E como evitar esse tipo de vacilo nas próximas compras? Continue lendo e entenda como isso afeta seus pontos e milhas do cartão.

Milhas e Benefícios: Paguei no Débito, Perdi Pontos? Como Evitar


É verdade que compras no débito não geram pontos?

✅ Na maioria dos casos, sim.
Programas de milhagem (como Livelo, Esfera, Átomos, TudoAzul, Smiles e Latam Pass) são quase sempre vinculados ao cartão de crédito.

Ou seja:

  • Passou no crédito → pode pontuar
  • Passou no débito → não pontua

📌 Compras no débito não acumulam pontos por padrão, a menos que você esteja em um banco ou programa muito específico.

Quais bancos oferecem pontos no débito?

Poucos oferecem. E quando oferecem, normalmente é como benefício pago ou limitado a alguns perfis. Exemplos:

  • Banco do Brasil (Ourocard): oferece programa de pontos no débito, mas mediante adesão ao Ponto pra Você (pode haver custo mensal).
  • Bradesco: já ofereceu essa opção para alguns cartões Visa Signature e Elo Nanquim, mas depende do produto.
  • Santander: só pontua no crédito.
  • Caixa: não pontua no débito.
  • Itaú: idem, só crédito.

💡 Dica: sempre verifique se o seu cartão tem programa ativo de pontos no débito antes de usar com essa intenção.

E os apps de milhas ou cashback? Conta?

👉 Em alguns casos, sim!
Você pode acumular benefícios ao pagar com o débito vinculado a plataformas como:

  • Méliuz: dá cashback em algumas transações, mesmo no débito.
  • Inter Shop / Cashback do Inter: também oferece em algumas compras feitas com o cartão da conta.
  • PicPay e RecargaPay: em promoções específicas, podem oferecer pontos ou cashback mesmo com pagamento em débito (usando saldo da conta ou cartão).

📌 Não são milhas diretamente, mas podem virar vantagens que você usa depois.

Dá pra converter compras no débito em pontos?

❌ Não diretamente.
Se você já pagou no débito e não estava em um programa que pontua, não há como reverter ou “transformar a compra” em milhas.

Mas você pode:

  • Evitar esse erro no futuro
  • Ativar programas que pontuam mesmo no débito (quando disponíveis)
  • Preferir pagar com crédito quando quiser acumular benefícios

Como evitar perder pontos novamente?

🧠 Dicas simples, mas valiosas:

  1. Ative seu programa de pontos. Verifique se o seu cartão (crédito ou débito) está com o programa ativado.
  2. Evite pagar no débito quando quiser milhas. Priorize o crédito, especialmente em compras maiores.
  3. Use apps de cashback. Mesmo que não dê milhas, você recupera parte do valor.
  4. Fique de olho nas promoções. Às vezes aparecem ações relâmpago que pontuam até no Pix ou no boleto!

Débito é prático, mas raramente dá milhas

Se o seu objetivo é acumular pontos, milhas ou cashback, usar o cartão de crédito com programa ativo ainda é a melhor escolha.

Pagar no débito pode ser bom para o controle financeiro — mas, para benefícios, fique esperto pra não perder oportunidades.

Perguntas Frequentes sobre Milhas e Pagamentos no Débito

Compras no débito geram pontos no cartão?

Na maioria dos cartões, não. O acúmulo de pontos e milhas normalmente está associado ao uso do crédito. Apenas alguns cartões e bancos específicos pontuam compras no débito.

Tem como converter uma compra no débito em pontos depois?

Não. Se a compra foi feita no débito e o programa não oferecia pontuação, não é possível recuperar os pontos. O ideal é verificar as regras antes da compra.

Existe alguma forma de acumular benefícios com o débito?

Sim. Algumas plataformas como Méliuz, PicPay e Inter oferecem cashback ou pontos em compras feitas com débito, especialmente em promoções. Mas não são milhas diretas de companhias aéreas.

O Que Acontece se Parar de Pagar um Plano de Saúde?

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Tá difícil segurar as contas e o boleto do plano de saúde chegou pesado demais? Antes de tomar a decisão de parar de pagar, é importante saber exatamente o que acontece quando você atrasa ou cancela um plano por falta de pagamento.

Você pode perder direitos importantes, e dependendo do tipo de plano, as regras são diferentes. Confira as informações completas sobre esse tema.

O Que Acontece se Parar de Pagar um Plano de Saúde?


Posso simplesmente parar de pagar o plano?

⚠️ Pode, mas isso não significa que ele será automaticamente cancelado.

Na prática, se você deixar de pagar, o plano entra em inadimplência e pode ser cancelado pela operadora, conforme regras estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

📌 A operadora não pode cancelar do dia pra noite, mas há um processo legal que precisa ser respeitado.

Após quantos dias o plano pode ser cancelado?

Depende do tipo de contrato:

🔹 Planos individuais ou familiares:

  • A operadora só pode cancelar por inadimplência após 60 dias consecutivos ou não, dentro de um período de 12 meses.
  • Mas atenção: o beneficiário precisa ser notificado até o 50º dia de atraso.

📌 Se você pagar os boletos atrasados antes da notificação ou do prazo final, o plano continua ativo.

🔹 Planos coletivos empresariais ou por adesão:

  • O cancelamento pode ser bem mais rápido — em alguns casos, após 30 dias de inadimplência.
  • Não há obrigação legal de notificação prévia, a não ser que o contrato preveja isso.

⚠️ Se você contratou o plano por sindicato, associação ou empresa, verifique as cláusulas contratuais.

E se eu pagar com atraso?

Se ainda estiver dentro do prazo permitido e não houver cancelamento oficial, o plano pode ser reativado com o pagamento dos boletos atrasados.

Mas se ele já tiver sido cancelado por inadimplência, mesmo que você pague os boletos, não há garantia de reativação — pode ser necessário fazer uma nova contratação, com novos prazos de carência.

O que acontece com a carência se eu cancelar e depois quiser voltar?

Você pode perder tudo o que já cumpriu.

Ao contratar um novo plano, o período de carência começa do zero.

Exemplo:

  • Internações: até 180 dias
  • Parto: até 300 dias
  • Doenças pré-existentes: até 2 anos de cobertura parcial

📌 Isso pode ser evitado apenas se a recontratação ocorrer dentro de um período muito curto (normalmente até 60 dias, em alguns casos) — mas é exceção, não regra.

Posso ser cobrado judicialmente pelos boletos atrasados?

✅ Sim.

Embora o plano possa ser cancelado, a operadora pode cobrar na Justiça os boletos vencidos, especialmente se o contrato tiver cláusula de fidelidade ou prazo mínimo de permanência.

⚠️ Parar de pagar não cancela o contrato automaticamente — o ideal é solicitar o cancelamento por escrito, com protocolo ou e-mail.

E os dependentes, o que acontece?

Se você é o titular e parar de pagar, todos os dependentes também perdem o plano junto com você.

Isso vale para filhos, cônjuge e até pais, dependendo do contrato.

Por isso, se você vai cancelar, avise a todos e oriente sobre a transição.

Parar de pagar tem consequências sérias

Pode parecer simples deixar o boleto vencer, mas parar de pagar um plano de saúde pode:

  • ❌ Cancelar o plano sem volta
  • ❌ Levar à cobrança judicial
  • ❌ Fazer você perder todos os prazos de carência
  • ❌ Prejudicar dependentes sem aviso

📌 Se não estiver conseguindo manter o plano, vale a pena negociar com a operadora, pedir downgrade ou buscar alternativas antes de simplesmente abandonar os pagamentos.

Perguntas Frequentes sobre Inadimplência em Plano de Saúde

Quantos dias posso atrasar o plano de saúde?

Nos planos individuais ou familiares, a operadora pode cancelar após 60 dias de inadimplência dentro de 12 meses, desde que o consumidor seja notificado. Nos coletivos, o cancelamento pode ocorrer a partir de 30 dias, sem necessidade de aviso.

Se eu parar de pagar, o plano é cancelado automaticamente?

Não. É necessário que a operadora notifique e respeite os prazos legais para cancelamento. Em planos coletivos, o cancelamento pode ocorrer mais rapidamente, dependendo do contrato.

Posso recontratar o plano depois de cancelado?

Sim, mas você terá que cumprir todas as carências novamente. Em alguns casos específicos, se o plano for reativado rapidamente, pode haver exceção — mas isso depende da política da operadora.

Empréstimo Consignado para Autônomo: Existe? Como Conseguir?

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O empréstimo consignado é famoso por ter juros baixos e facilidade na aprovação — mas será que quem é autônomo pode aproveitar essas condições também? Se você trabalha por conta própria e está buscando crédito mais barato, essa dúvida é mais comum do que parece.

Vamos explicar se existe consignado para autônomo, quais são as opções reais e o que fazer para conseguir crédito com condições parecidas.

Empréstimo Consignado para Autônomo: Existe? Como Conseguir?


O que é o empréstimo consignado?

É um tipo de empréstimo onde as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento ou do benefício do INSS.

Por ter essa garantia de pagamento, os bancos oferecem:

  • ✅ Juros bem mais baixos
  • ✅ Prazos longos
  • ✅ Facilidade na aprovação

📌 Mas essa modalidade é exclusiva para quem recebe renda fixa comprovada, como:

  • Aposentados e pensionistas do INSS
  • Servidores públicos
  • Militares
  • Trabalhadores com carteira assinada em empresas conveniadas

Autônomo pode fazer consignado?

❌ Não diretamente.

O consignado tradicional não está disponível para autônomos ou MEIs, porque eles não têm renda fixa comprovada por contracheque ou benefício oficial.

Mas isso não significa que o autônomo não pode ter crédito com condições parecidas.

Há alternativas viáveis, inclusive algumas bem vantajosas — é só saber onde procurar.

Quais são as opções para autônomos que querem um consignado?

Aqui vão as alternativas mais próximas de um consignado para quem trabalha por conta:

1. Crédito com garantia de veículo ou imóvel

Também chamado de refinanciamento, esse tipo de crédito permite usar um bem seu como garantia.

Por isso, os juros são baixos e o prazo de pagamento é mais longo — muito semelhante ao consignado.

📌 Pode ser usado mesmo com nome sujo (dependendo da empresa).

2. Crédito com movimentação bancária como base

Alguns bancos e fintechs analisam o seu histórico de movimentações (depósitos, entradas e saídas de dinheiro) para oferecer crédito.

Isso é ideal para autônomos que recebem via transferência, Pix, boleto ou maquininhas.

💡 Dica: manter uma conta pessoa física ou MEI bem organizada ajuda muito na aprovação.

3. Crédito pessoal pré-aprovado (com score e conta ativa)

Alguns bancos oferecem limites de crédito automático para clientes com bom relacionamento, mesmo sem contracheque.

A taxa de juros é mais alta que o consignado, mas mais baixa que a de crédito rotativo ou cheque especial.

4. Fintechs especializadas em crédito para MEI e autônomos

Empresas como Cora, Noverde, Jeitto, Creditas e Simplic oferecem crédito para quem:

  • Emite nota fiscal como MEI
  • Tem movimentação bancária regular
  • Possui máquina de cartão com histórico de vendas

📌 Alguns permitem empréstimo sem consulta ao SPC/Serasa, com valores mais baixos.

Documentos que ajudam na aprovação

Se você é autônomo, separe:

  • Extratos bancários dos últimos 3 a 6 meses
  • Recibos ou comprovantes de pagamento (inclusive Pix e boletos)
  • Declaração de faturamento (informal ou como MEI)
  • Declaração do Imposto de Renda, se tiver

Quanto mais claro for o seu fluxo de renda, maiores as chances de conseguir um bom crédito.

Autônomo não tem consignado, mas tem alternativas

Mesmo que o consignado oficial não esteja disponível, quem trabalha por conta não está sem saída.

Com um bom controle financeiro, movimentação ativa e planejamento, é possível:

  • ✅ Conseguir crédito mais barato
  • ✅ Com parcelas que cabem no bolso
  • ✅ E com segurança para não cair em armadilhas

📌 Dica final: fuja de promessas milagrosas, ofertas por WhatsApp e pedidos de pagamento antecipado — isso é golpe!

Perguntas Frequentes sobre Consignado para Autônomos

Autônomo pode fazer empréstimo consignado?

Não. O empréstimo consignado tradicional é exclusivo para quem tem renda fixa com desconto automático na folha, como aposentados, pensionistas e servidores públicos. Autônomos precisam recorrer a alternativas.

Qual a melhor alternativa ao consignado para autônomos?

As opções mais próximas são o crédito com garantia de veículo ou imóvel, empréstimos com base na movimentação da conta bancária ou crédito via fintechs especializadas para autônomos e MEIs.

Preciso ter CNPJ para conseguir crédito como autônomo?

Não obrigatoriamente. Ter um MEI ajuda, mas mesmo como pessoa física é possível conseguir crédito, especialmente se você apresentar extratos bancários ou comprovantes de rendimento.

Como Funciona o Cadastro Positivo e Como Ele Afeta Você

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Você já deve ter ouvido falar que ter o nome limpo não é o bastante pra ter um bom score.
E é aí que entra o Cadastro Positivo — uma espécie de histórico financeiro completo que pode te ajudar a conseguir crédito, baixar juros e aumentar sua credibilidade no mercado. Mas será que ele realmente funciona? E como você sabe se está incluso? Vamos responder essas e outras dúvidas, confira.

Como Funciona o Cadastro Positivo e Como Ele Afeta Você


O que é o Cadastro Positivo?

O Cadastro Positivo é um banco de dados que registra seu comportamento de pagamento.
Enquanto o SPC e Serasa tradicionalmente só mostravam dívidas não pagas, o Cadastro Positivo mostra também:

  • ✅ Contas pagas em dia
  • ✅ Parcelamentos quitados
  • ✅ Financiamentos sendo pagos corretamente
  • ✅ Faturas de cartão que você pagou, mesmo que parcialmente

📌 Em resumo: ele cria um histórico do seu comportamento financeiro real, e não só os momentos em que você atrasou.

Preciso autorizar para participar?

Não mais.
📅 Desde 2019, o Cadastro Positivo passou a ser automático por lei.
Ou seja: se você tem CPF ativo, já está participando — a menos que tenha solicitado a exclusão.

💡 Mas se quiser sair, pode pedir a qualquer momento nos sites dos birôs de crédito (Serasa, SPC, Boa Vista, Quod…).

O que é registrado no Cadastro Positivo?

  • Pagamentos de cartão de crédito
  • Contas de água, luz, internet, telefone
  • Parcelamentos de lojas, crediários e boletos
  • Financiamentos de carro, imóvel, empréstimos bancários
  • Pontualidade desses pagamentos (sim, os dias contam!)

📌 Tudo isso vira informação que pode ser usada para montar o seu score de crédito, de forma mais justa e detalhada.

Como ele afeta o meu score?

📈 Pode ajudar muito — especialmente se você:

  • Tem poucas compras no cartão
  • Nunca fez empréstimo
  • Está começando a “construir crédito”
  • Ou acabou de sair de uma negativação e quer melhorar a imagem

O Cadastro Positivo ajuda a mostrar para os bancos que você é um bom pagador, mesmo que não tenha um longo histórico de crédito formal.

Ter Cadastro Positivo aumenta minhas chances de conseguir crédito?

✅ Sim.
Com ele, a análise fica mais completa e personalizada.
Se antes o banco via apenas: “tem uma dívida no passado”, agora ele também vê:
“mas nos últimos 12 meses pagou tudo certinho.”

Resultado:

  • Pode conseguir crédito mesmo com score menor
  • Pode ter juros menores por ter histórico positivo
  • Pode ser aprovado mais rápido em financiamentos e cartões

Tem algum risco ou desvantagem?

🔒 A maior preocupação é com privacidade.
Embora as informações não incluam valores específicos, muita gente se incomoda com o volume de dados compartilhados.
Mas vale reforçar:

  • Só instituições financeiras e empresas com fins de crédito podem acessar
  • Você pode consultar o que está sendo registrado
  • E pode sair a qualquer momento

Como consultar meu Cadastro Positivo?

Você pode consultar (e até gerenciar) seu Cadastro Positivo nos sites oficiais dos principais birôs de crédito:

Lá dá pra ver quais empresas estão te avaliando e até pedir correções, se necessário.

o Cadastro Positivo está do seu lado (quando você sabe usá-lo)

O Cadastro Positivo não é um espião — é mais como um boletim financeiro justo.
Ele não elimina o score, mas pode ajudar a melhorá-lo com o tempo, principalmente se você for bom pagador, mesmo com renda modesta ou histórico limitado.

📌 Se você costuma pagar suas contas direitinho, ele é seu aliado — mesmo que ainda não tenha percebido.

Quais as Formas de Acumular Milhas Além do Cartão?

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Muita gente acha que acumular milhas é só pra quem viaja muito ou gasta fortunas no cartão de crédito — mas isso é um mito. Hoje em dia, existem várias formas de acumular milhas usando gastos do dia a dia, como contas, boletos e até Pix. Se você quer transformar seus hábitos em passagens ou cashback, vem entender como funciona o acúmulo de milhas na prática — e como turbinar seus pontos sem esforço.

Quais as Formas de Acumular Milhas Além do Cartão?


Só dá pra acumular milhas com cartão?

❌ Não!

O cartão de crédito é sim a forma mais comum de juntar milhas — mas está longe de ser a única.

Você pode acumular milhas também com:

  • Pagamento de contas (inclusive no débito)
  • Boletos via apps parceiros
  • Compras em lojas online conectadas a programas de fidelidade
  • Clubes de milhas
  • Transferências e promoções entre programas

Como funciona o acúmulo de milhas no cartão?

O cartão precisa estar vinculado a um programa de pontos (como Livelo, Esfera, Átomos, entre outros).

Cada vez que você gasta, acumula pontos que podem ser convertidos em milhas nas companhias aéreas.

📌 Exemplo:
Gasta R$ 1.000 por mês num cartão que dá 1 ponto por dólar → depois converte os pontos em milhas.

💡 Dica: cartões com bandeiras Gold, Platinum e Black geralmente oferecem mais pontos — mas nem todos valem a pena, por causa da anuidade.

Dá pra acumular milhas com Pix?

✅ Sim, em alguns casos!

Alguns apps e bancos digitais permitem o pagamento de contas, boletos e até Pix com cartão de crédito, e isso gera pontos normalmente.

👉 Exemplos:

  • RecargaPay (versão Prime+)
  • 99Pay (com limites e regras)
  • PicPay (com taxas e promoções específicas)

⚠️ Fique atento: essas plataformas costumam cobrar taxa por transação com cartão — então avalie se compensa.

Pagar boleto acumula milhas?

Sim, se o boleto for pago com cartão de crédito via app parceiro.

➡️ Você paga um boleto (água, luz, aluguel, boletos comuns)
➡️ O valor entra como compra no cartão
➡️ Você acumula pontos normalmente, que depois viram milhas

📌 Mas aqui também vale o alerta: alguns bancos não permitem mais isso com facilidade ou impõem limites diários e taxas.

Dá pra acumular milhas sem cartão de crédito?

✅ Sim!

Se você não usa (ou evita) cartão de crédito, ainda assim pode acumular milhas com:

  • Compras em sites parceiros, acessando pelo link do programa (ex: Ponto Frio pelo Shopping Smiles)
  • Assinatura de clube de milhas (Latam Pass, Smiles, TudoAzul)
  • Promoções de transferência de pontos de bancos ou programas de fidelidade
  • Viagens com companhias aéreas, inserindo seu CPF no bilhete
  • Cadastro em promoções relâmpago, com bônus de até 100%

Clubes de milhas valem a pena?

Depende do seu perfil. Se você:

  • Viaja com frequência
  • Gosta de aproveitar promoções de transferência com bônus
  • Quer manter pontos ativos por mais tempo

… pode ser um ótimo investimento.

📌 Mas atenção: é uma assinatura mensal, então avalie se você realmente vai usar.

Dá pra acumular milhas até pagando boleto

Milhas não são só pra quem voa — elas estão por toda parte.

O segredo está em usar os canais certos, saber onde pagar, e ficar de olho nas promoções.

Com um pouco de estratégia, até seu boleto de internet pode render uma viagem.

Perguntas Frequentes sobre Acúmulo de Milhas

Dá pra acumular milhas pagando contas com Pix?

Sim, mas somente se o Pix for feito com cartão de crédito através de apps parceiros como RecargaPay, PicPay ou 99Pay. Nesses casos, a transação gera pontos que podem virar milhas, mas pode haver cobrança de taxas.

É possível acumular milhas sem usar cartão de crédito?

Sim. Você pode acumular milhas comprando em sites parceiros, voando com companhias aéreas, participando de clubes de milhas ou aproveitando promoções de transferência e acúmulo com CPF.

Pagar boleto com cartão dá milhas?

Sim, se o boleto for pago via apps que aceitam cartão de crédito. O valor é lançado como compra no cartão e gera pontos. Só fique atento às taxas cobradas pelo serviço.

Crédito Rotativo: Uma Grande Cilada? Entenda Como Funciona e Por Que Evitar

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Você não conseguiu pagar o valor total da fatura do cartão e deixou o mínimo? Pois é… isso ativa o crédito rotativo, um dos maiores vilões das finanças pessoais — e que, com o tempo, vira uma verdadeira bola de neve. Vamos explicar o que é o crédito rotativo, como ele funciona, o que muda com o parcelamento e por que essa “ajudinha” do banco pode custar caro — muito caro.

Crédito Rotativo: Uma Grande Cilada? Entenda Como Funciona e Por Que Evitar


O que é o crédito rotativo?

O crédito rotativo acontece quando você paga apenas o valor mínimo da fatura do cartão de crédito.

📌 Exemplo: sua fatura veio R$ 1.000 e você pagou R$ 200.
➡️ Os R$ 800 restantes entram no rotativo e passam a gerar juros diários até a próxima fatura.

É como um “empréstimo automático” feito pelo banco para cobrir o valor que você não pagou — e ele cobra muito caro por isso.

Qual a diferença entre rotativo e parcelamento da fatura?

🔄 Rotativo:
Você não paga o valor total, e o banco “carrega” o restante com juros altíssimos, que continuam aumentando até a próxima fatura.

Parcelamento:
Você divide o valor da fatura em parcelas fixas, com juros um pouco menores (mas ainda altos).

É uma forma do banco “substituir” o rotativo, para tentar controlar a dívida antes que ela vire um caos.

📌 Desde 2017, as regras mudaram:
O crédito rotativo só pode ser usado por até 30 dias. Depois disso, o banco é obrigado a oferecer o parcelamento.

Por que o crédito rotativo é tão perigoso?

⚠️ Porque os juros são absurdamente altos.

Em média, os bancos cobram mais de 400% ao ano no rotativo — ou seja, a dívida dobra em poucos meses se você não conseguir quitar.

Em vez de ajudar, o rotativo pode:

  • Transformar pequenas dívidas em grandes pesadelos
  • Comprometer boa parte da sua renda futura
  • Gerar negativação, restrição e queda no score

Existe algum momento em que o rotativo vale a pena?

⚠️ Raramente — e apenas de forma muito pontual.

Se você teve um imprevisto e precisa de poucos dias para quitar o restante da fatura, o rotativo pode “quebrar o galho”.

Mas é essencial quitar na próxima fatura — ou ele vira um problema real.

❌ Usar o rotativo como “solução mensal” é um erro clássico.

O que justifica os juros tão altos?

Bancos justificam os juros do rotativo com base em:

  • Risco de inadimplência (alto número de calotes)
  • Falta de garantias reais (não há bens vinculados ao cartão)
  • Custo de operação do crédito

📌 Mas a verdade é que o crédito rotativo se tornou uma fonte de lucro fácil para os bancos — e uma armadilha pra quem não entende como funciona.

Como sair do rotativo sem afundar?

✅ Primeiros passos:

  1. Evite pagar o mínimo da fatura sempre que possível.
  2. Se não conseguir pagar tudo, considere antecipar o parcelamento da fatura, com negociação.
  3. Avalie empréstimos com juros menores para quitar a dívida de vez (como crédito consignado ou com garantia).
  4. Use o rotativo apenas em emergências reais — e quite o mais rápido possível.

💡 E claro: controle os gastos com cartão. Muitas dívidas começam com “só mais uma parcelinha”.

O rotativo não ajuda — ele te prende

O crédito rotativo pode parecer uma saída rápida, mas é uma armadilha camuflada.

Ele dá alívio por um lado e te empurra para uma dívida crescente do outro. Por isso, evite ao máximo cair nessa cilada.

📌 Se você já está dentro, não se culpe — mas comece agora a buscar soluções. É possível sair com estratégia, informação e ação.

Perguntas Frequentes sobre Crédito Rotativo

Quanto tempo posso usar o crédito rotativo?

O crédito rotativo só pode ser usado por até 30 dias. Após esse prazo, o banco é obrigado a oferecer o parcelamento da fatura. A ideia é evitar que a dívida cresça indefinidamente com juros altos.

O crédito rotativo pode negativar meu nome?

Sim. Se você não pagar a fatura ou não entrar em um parcelamento, a dívida pode levar à negativação do seu CPF e inclusão nos birôs de crédito como inadimplente.

É melhor parcelar a fatura ou deixar no rotativo?

Parcelar a fatura costuma ter juros menores que o rotativo e é uma forma mais previsível de lidar com a dívida. Deixar no rotativo por muitos dias pode multiplicar o valor devido rapidamente.

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