Fiz um Pix Errado: Tem Como Recuperar? Veja o Que Fazer em Cada Situação

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Errou a chave, digitou um número a mais, mandou pra pessoa errada ou até caiu em um golpe… e agora? Será que dá pra recuperar um Pix feito errado? Spoiler: em alguns casos, sim — mas não é garantido. Tudo depende da situação e da boa-fé de quem recebeu (ou da atuação do banco e do Banco Central em casos de fraude). Vamos explicar o que fazer em cada cenário, como acionar o banco, quais são seus direitos e quando o dinheiro pode ou não ser recuperado.

Fiz um Pix Errado: Tem Como Recuperar? Veja o Que Fazer em Cada Situação


O que é o MED?

Antes de tomar qualquer providência sobre Pix que foi feito errado, é importante que você saiba o que é o MED e como essa ferramenta pode ser útil para resolver problemas relacionados a transações via Pix.

Mecanismo Especial de Devolução – MED é uma ferramenta do próprio sistema do Pix que permite aos bancos interromper e investigar transações quando há indícios de fraude.

Funciona como um “sinal de alerta” entre instituições financeiras. Se você cair num golpe e acionar o banco rapidamente, ele pode:

  1. Notificar o banco de quem recebeu o dinheiro.
  2. Congelar os valores disponíveis na conta do recebedor por até 72 horas.
  3. Analisar se houve fraude de fato (o banco tem até 7 dias úteis).
  4. Se confirmada a fraude, devolver o dinheiro total ou parcialmente para você.

Quando o MED pode ser usado?

✅ Em casos de:

  • Golpes digitais (ex: perfil falso no WhatsApp)
  • Phishing (falsos links ou boletos)
  • Roubo de celular com transferências indevidas
  • Engano induzido (você foi manipulado a fazer o Pix)

❌ Mas não funciona em casos como:

  • Você errou a chave ou o valor por conta própria, sem má-fé do outro lado
  • Você autorizou o pagamento por impulso, mesmo com sinais óbvios de golpe

Como acionar o MED?

  1. Entre em contato com seu banco o mais rápido possível (quanto antes, maior a chance de bloquear o valor).
  2. Informe que se trata de um caso de golpe e solicite análise pelo MED.
  3. Registre boletim de ocorrência e envie para o banco.
  4. Aguarde a análise. Se confirmada a fraude, o dinheiro (ou parte dele) pode voltar pra sua conta.

📌 Importante: O banco não é obrigado a devolver valores se não houver saldo disponível na conta do recebedor — então a agilidade aqui é tudo.

Situação 1: Fiz um Pix para a pessoa errada, mas por engano (sem golpe)

Se você errou a chave Pix (telefone, CPF, e-mail etc.) e o dinheiro caiu na conta de alguém que não era o destinatário correto, o primeiro passo é respirar fundo e agir rápido:

O que fazer:

  1. Salve o comprovante do Pix imediatamente.
  2. Entre em contato com seu banco e explique que foi um erro de digitação.
  3. O banco pode tentar contato com a outra parte para solicitar a devolução do valor — mas só com o consentimento de quem recebeu.

⚠️ Importante: O banco não pode forçar a devolução nesse caso, porque a transação foi feita de forma “correta” no sistema.

Se a pessoa se recusar a devolver?

Você pode entrar com ação judicial pedindo a devolução com base no enriquecimento ilícito. Leve o comprovante, sua conversa com o banco e, se tiver, prints de mensagens com o recebedor.

Situação 2: Fiz Pix para o contato certo, mas o valor foi errado

Se você mandou o Pix para a pessoa certa, mas o valor foi maior do que deveria, o caminho é mais direto:

  • Fale com a pessoa imediatamente e explique o erro.
  • Se ela concordar, ela mesma pode usar o recurso “Devolver” que aparece no comprovante do Pix recebido.

🔁 Esse botão fica ativo por até 90 dias após a transação.

Se ela se recusar, você pode recorrer aos mesmos caminhos judiciais citados acima.

Situação 3: Caí em um golpe via Pix

Se você foi enganado(a) e fez um Pix acreditando em algo que não era real (compra falsa, perfil falso, boleto adulterado etc.), é caso de fraude.

O que fazer imediatamente:

  1. Comunique seu banco o quanto antes.
  2. Ative o Mecanismo Especial de Devolução (MED) — disponível nos bancos para situações de golpe.
  3. Registre boletim de ocorrência.
  4. Acompanhe a análise do banco. Se o sistema identificar fraude, pode bloquear os valores e devolver (total ou parcial).

⚠️ O prazo para análise é de até 7 dias úteis. Nem sempre a devolução acontece, mas o MED é sua chance mais concreta.

Situação 4: Errei o valor, mas o recebedor foi a empresa certa

Se o Pix foi para uma empresa ou loja e você pagou valor maior por engano:

  • Entre em contato com o SAC da empresa.
  • Apresente o comprovante e detalhe o erro.
  • Empresas sérias costumam devolver rapidamente, inclusive pelo próprio Pix.

E se o banco se recusar a ajudar?

Você pode:

  • Registrar reclamação no Banco Central: https://www.bcb.gov.br
  • Acionar o Procon
  • Registrar queixa no consumidor.gov.br
  • Se necessário, entrar com ação judicial no Juizado Especial Cível (sem advogado, para valores até 20 salários mínimos)

Não devolver o Pix pode virar crime?

Se você fez um Pix errado e a pessoa que recebeu se recusa a devolver mesmo sabendo que o valor foi enviado por engano, isso pode configurar crime.

A situação pode ser enquadrada como:

🔹 Apropriação indébita – Art. 168 do Código Penal

“Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção.”
✔️ Pena: 1 a 4 anos de reclusão, além de multa.

Ou seja: o fato da transação ter sido feita de forma “correta” pelo sistema não muda o conteúdo da história. Se houve engano e a pessoa se recusa a devolver, ela pode sim responder judicialmente — tanto na área cível (para restituição do valor), quanto na criminal (pela conduta).

Como agir nesse caso?

  • Guarde o comprovante do Pix.
  • Tente contato educado com o recebedor. Às vezes, um erro simples é resolvido com boa vontade.
  • Se não tiver retorno ou se a devolução for negada:
    • Registre boletim de ocorrência por apropriação indébita.
    • Acione um advogado ou vá ao Juizado Especial Cível.
    • Comunique seu banco, que pode auxiliar no contato com o recebedor.

📌 O importante é mostrar que você tentou resolver de forma amigável, e só buscou medidas legais quando não teve escolha.

Como evitar erros com Pix?

Pra não passar nervoso depois, algumas dicas simples ajudam muito:

  • Sempre confira os dados antes de confirmar (o sistema mostra nome e banco).
  • Use favoritos e chaves salvas com apelidos.
  • Evite fazer Pix com pressa ou em links recebidos de desconhecidos.
  • Desconfie de promoções, urgências ou mensagens fora do padrão.

O Pix foi errado. Dá pra recuperar?

Depende. Se foi um simples erro de digitação e a pessoa colaborar, sim.

Se foi um golpe, há chance com o MED, desde que você aja rápido.

Se a pessoa se recusar a devolver, só por via judicial.

Por isso, o mais importante é agir imediatamente e guardar todos os comprovantes. Pix é rápido, mas também exige atenção redobrada.

Perguntas Frequentes sobre Pix Errado

Fiz um Pix errado. O banco é obrigado a devolver?

Não. Se você errou a chave ou o valor e o dinheiro caiu em uma conta válida, o banco não pode fazer o estorno automático. Ele pode intermediar o contato, mas a devolução depende da boa fé de quem recebeu.

Caí em um golpe. Posso recuperar meu dinheiro?

Sim, há chance. Você pode acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) por meio do seu banco. Se a fraude for confirmada e houver saldo, o dinheiro pode ser devolvido total ou parcialmente.

Errei o valor do Pix. A outra pessoa é obrigada a devolver?

Tecnicamente sim. Se a pessoa se recusar a devolver, você pode entrar com uma ação judicial alegando enriquecimento sem causa. Mas o ideal é tentar resolver amigavelmente primeiro.

Dívida Prescreve em 5 Anos? Entenda o Que Muda (e o Que Não)

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Se você já ouviu dizer que “dívida caduca em 5 anos”, provavelmente ficou com uma dúvida na cabeça: depois de 5 anos, eu não devo mais nada? Spoiler: não é bem assim. Vamos explicar o que realmente acontece com uma dívida após 5 anos, o que muda (e o que não muda), e como isso afeta seu nome e seus direitos. Vamos separar o que é fato do que é boato, pra você entender sem cair em ciladas.

Dívida Prescreve em 5 Anos? Entenda o Que Muda (e o Que Não)


O que significa “prescrição da dívida”?

Prescrição é quando o credor perde o direito de cobrar judicialmente a dívida, porque o prazo legal passou. Isso não significa que a dívida some do universo — ela ainda existe, mas não pode mais ser cobrada na justiça.

E o famoso “prazo de 5 anos”? É real?

FATO! O prazo de 5 anos é real sim — ele está no Código Civil, artigo 206, §5º.

MAS… nem toda dívida entra nessa regra, e os efeitos são diferentes do que muita gente pensa.

O que acontece com a dívida após 5 anos?

  • Seu nome deve sair dos cadastros de inadimplência (SPC, Serasa, Boa Vista etc).
  • A dívida ainda existe: o credor pode continuar tentando receber por meios amigáveis (ligações, e-mails, acordos), mas não pode mais processar você judicialmente.
  • Ela pode continuar aparecendo no sistema interno de bancos e empresas, dificultando novos créditos, financiamentos e cartões — mesmo que seu nome esteja “limpo” nos birôs.

Fato ou boato? Vamos aos mitos mais comuns

“Depois de 5 anos a dívida some”
Boato. A dívida continua existindo, ela só prescreve judicialmente e sai dos registros públicos de inadimplência. O banco ainda pode te negar crédito por conta dela.

“Depois de 5 anos posso deixar pra lá sem me preocupar”
Boato perigoso. Mesmo que o nome fique limpo, você pode continuar com restrições internas em bancos ou lojas. Isso impacta na hora de pedir empréstimos, cartões ou fazer financiamentos.

“A dívida caduca mesmo que eu reconheça ela depois”
Boato. Se você confessar a dívida ou pagar qualquer valor, o prazo de prescrição pode ser reiniciado do zero. Isso vale até pra mensagens de WhatsApp ou acordos não finalizados. Cuidado!

“Posso negociar a dívida mesmo depois de 5 anos”
Fato. A empresa pode oferecer acordo e você pode pagar com desconto — inclusive com valores bem menores. Mas só faça isso se puder cumprir o que for combinado.

Quando começa a contar o prazo de 5 anos?

O prazo começa a partir da data do vencimento da dívida, ou do último pagamento realizado.

Exemplo: se a dívida venceu em março de 2020, e você não fez nenhum pagamento depois disso, ela prescreve judicialmente em março de 2025.

⚠️ Mas lembre: se você fizer qualquer pagamento ou acordo nesse meio tempo, o prazo recomeça do zero.


Que tipos de dívida prescrevem em 5 anos?

A maioria das dívidas de consumo entra nesse prazo:

  • Cartão de crédito
  • Empréstimos pessoais
  • Financiamentos
  • Compras no crediário
  • Cheque sem fundos (dependendo do caso)
  • Contas de água, luz e telefone

💡 Algumas dívidas têm prazos diferentes (como tributos e multas), então vale sempre consultar um especialista.

Como saber se minha dívida prescreveu?

Você pode verificar:

  • A data da última negativação no Serasa/SPC
  • Se há processos judiciais no seu CPF (consultas gratuitas online)
  • Procurar o credor para saber o status atual

Se houver dúvidas, o ideal é buscar orientação jurídica (há atendimentos gratuitos em defensoria pública ou Procon).


Posso ser negativado de novo depois de 5 anos?

📌 Não. O nome não pode ser negativado duas vezes pela mesma dívida após 5 anos. Mas o credor pode tentar renegociar com você — e pode até tentar negativar um novo acordo caso você não cumpra.

Mesmo depois da minha dívida prescrever posso ter o crédito negado?

Mesmo depois que a dívida prescreve e seu nome sai do Serasa ou SPC, o banco pode continuar registrando o histórico dessa inadimplência internamente — e isso pode sim dificultar sua vida na hora de buscar novos créditos.

Instituições como o Itaú, Bradesco, Santander e outras compartilham informações por bancos de dados privados ou via Banco Central, como o SCR (Sistema de Informações de Crédito). Ou seja:

📌 Seu nome pode estar limpo, mas o “rastro” da dívida continua visível para o sistema bancário.

Isso significa o quê na prática?

  • Você pode ter empréstimos recusados mesmo com score razoável.
  • Pode não conseguir novos cartões de crédito ou ter limite muito baixo.
  • Empresas financeiras podem classificar seu perfil como de risco com base nesse histórico — mesmo que a dívida seja antiga e prescrita.

💡 Dica final: vale a pena consultar seu relatório gratuito no Registrato – Banco Central para ver o que o sistema ainda enxerga sobre você.

Vale a pena pagar uma dívida prestes a prescrever?

Depende da sua situação financeira — mas, na maioria dos casos, não vale a pena pagar parcialmente uma dívida prestes a prescrever se você não puder quitar o valor total ou honrar um novo acordo até o fim.

Isso porque, ao realizar qualquer pagamento, aceitar uma proposta ou reconhecer a dívida formalmente (inclusive por mensagem ou ligação), você reinicia o prazo de prescrição. Ou seja, o relógio de 5 anos zera, e a empresa pode continuar te negativando ou até entrar com ação judicial.

📌 Exemplo real:
Se sua dívida venceria em março de 2024 e você paga R$ 50 em fevereiro de 2024 como tentativa de “reduzir o valor”, o prazo reinicia e só prescreverá em fevereiro de 2029.

Por isso, antes de tomar qualquer decisão, vale se perguntar:

  • Você conseguirá pagar a dívida inteira ou cumprir o acordo?
  • O valor da dívida está razoável ou foi inflado com juros abusivos?
  • A empresa já entrou na justiça ou ainda não?

Se a resposta for “não” para a maioria dessas perguntas, esperar a prescrição pode ser o caminho mais inteligente — especialmente se a dívida for antiga, de baixo valor ou já estiver com restrições vencendo.

A dívida prescreveu. E agora, como fica o score?

Quando a dívida completa 5 anos, ela deve ser retirada dos órgãos de proteção ao crédito (Serasa, SPC, Boa Vista…). Isso, por si só, já contribui para a recuperação do seu score — mas não é automático e nem milagroso.

O que acontece com o score:

  • ✅ Começa a subir com o tempo, desde que:
    • Você não tenha outras dívidas vencidas;
    • Comece a pagar contas em dia novamente;
    • Use crédito de forma saudável (como cartão ou boleto em lojas confiáveis).
  • ⛔ Mas não volta ao topo da noite pro dia. Isso porque o score também considera:
    • Seu histórico de pagamento nos últimos 12 meses;
    • Tempo desde a última inadimplência;
    • Como você vem lidando com contas fixas (água, luz, telefone, etc.).

💡 Dica prática:
Mesmo com a dívida prescrita, é importante retomar hábitos saudáveis de consumo. Isso acelera a recuperação do score e melhora sua reputação de crédito com bancos e empresas.

Consignado Privado: Aprova Negativado? Como Funciona?

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Em tempos de aperto financeiro, o crédito consignado aparece como uma das opções mais atrativas para quem precisa de dinheiro rápido e com juros baixos. Mas quando o assunto é consignado privado, surgem muitas dúvidas — especialmente entre aqueles que estão com o nome negativado. Afinal, é possível conseguir esse tipo de empréstimo mesmo estando com restrição no CPF? A resposta é sim — você vai entender exatamente como isso funciona.

Consignado Privado: Aprova Negativado? Como Funciona?


✅ O que é o empréstimo consignado privado?

O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo com uma grande diferença: o pagamento das parcelas é feito diretamente na folha de pagamento do salário. Ou seja, o valor da parcela é descontado antes mesmo de o dinheiro cair na conta do trabalhador.

No caso do consignado privado, essa opção é voltada para trabalhadores de empresas privadas que atuam com carteira assinada (CLT) e que trabalham em empresas que tenham convênio com a instituição financeira.

🔎 Consignado privado aprova negativado?

Sim, é possível conseguir um empréstimo consignado privado mesmo estando negativado. Isso acontece porque o risco de inadimplência é menor para os bancos, já que o valor da parcela é descontado diretamente do salário. Ou seja, a garantia de pagamento é maior — o que reduz os juros e aumenta as chances de aprovação, inclusive para quem está com o nome sujo.

Mas atenção: a aprovação ainda pode depender de alguns fatores, como:

  • A empresa onde você trabalha ter convênio com o banco;
  • Tempo mínimo de trabalho registrado (geralmente 3 ou 6 meses);
  • Ter margem consignável disponível (até 35% do salário pode ser comprometido com consignado).

🛠️ Como funciona o consignado privado na prática?

Veja o passo a passo básico para contratar:

  1. Verifique se sua empresa tem convênio com alguma instituição financeira.
  2. Simule o valor desejado, prazo e parcelas diretamente com o banco ou correspondente bancário.
  3. Envie os documentos necessários, como RG, CPF, comprovante de residência e holerite.
  4. Aguarde a análise de crédito e liberação do valor (pode ser em até 48h).
  5. O valor é depositado na sua conta e as parcelas passam a ser descontadas automaticamente do salário.
  6. Para mais detalhes de como funciona, acesse: Empréstimo Consignado Privado Como Funciona?

📋 Quais são os requisitos?

Para contratar um consignado privado, é preciso:

  • Ser trabalhador CLT com carteira assinada;
  • Ter empresa conveniada com o banco;
  • Estar empregado há pelo menos 3 ou 6 meses (varia conforme a instituição);
  • Ter margem consignável disponível;
  • Estar dentro do limite de idade, em alguns casos (bancos costumam estabelecer idade máxima para contratação).

🎯 Vantagens do consignado privado

  • Juros menores do que em empréstimos pessoais comuns;
  • Facilidade de aprovação, mesmo para negativados;
  • Pagamento automático, sem risco de esquecer a parcela;
  • Parcelamento longo, com prazos que podem chegar a até 84 meses.

⚠️ Pontos de atenção

  • Como o desconto é direto no salário, a renda disponível diminui mensalmente.
  • Em caso de demissão, o saldo devedor pode ser cobrado à vista ou transferido para boletos bancários, com juros maiores.
  • Existe o risco de superendividamento, especialmente se houver mais de um consignado ativo.
  • Saiba mais, acesse: O Que Acontece com o Crédito do Trabalhador se eu for Demitido?

💰 Passo a passo para liberar o “Crédito do Trabalhador”

Veja como é simples acessar e contratar o empréstimo Consignado CLT:

  • Acesse o aplicativo Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital);
  • Solicite a proposta de crédito;
  • Autorize que os bancos tenham acesso aos dados;
  • As propostas serão enviadas em até 24h;
  • Analise a melhor oferta;
  • Faça a contratação por meio do banco.

O empréstimo consignado privado pode ser uma excelente alternativa para quem precisa de crédito rápido e não quer (ou não pode) pagar juros altos — inclusive para quem está negativado. Mas como qualquer crédito, é fundamental avaliar com cuidado, simular antes de contratar e garantir que a parcela cabe no bolso.

Se você está com o nome sujo e precisa de uma ajuda financeira, vale a pena consultar se sua empresa é conveniada com algum banco e conferir as condições do consignado. Pode ser o alívio que você precisa — com segurança e planejamento.

O Que Acontece com o Crédito do Trabalhador se eu for Demitido?

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Imagine que você pediu dinheiro emprestado para um banco e combinou que ele ia pegar um pedacinho do seu salário todo mês, direto da sua folha de pagamento, sem você nem precisar lembrar de pagar. Agora, imagine que um dia você perde esse emprego. E aí? Como o banco vai receber esse dinheiro? Então, vamos ver o que acontece com o Crédito do Trabalhador (o famoso consignado privado) se você for demitido. Já aviso: a dívida continua, mas o jeito que ela é cobrada muda. Vamos saber como funciona.

O Que Acontece com o Crédito do Trabalhador se eu for Demitido?


O que é o Crédito do Trabalhador?

Antes de tudo, vamos relembrar rapidinho o que é o Crédito do Trabalhador:

  • ✔️ É um tipo de empréstimo consignado para trabalhadores com carteira assinada (CLT) em empresas privadas;
  • ✔️ As parcelas são descontadas automaticamente do seu salário via eSocial;
  • ✔️ Como o banco tem essa “garantia” de receber direto do seu holerite, ele cobra juros mais baixos.

Mas… e se eu for demitido?

Primeira coisa importante: o banco para de pegar direto do seu salário

Se você for demitido, o desconto direto do seu salário para automaticamente, porque não tem mais folha de pagamento.

Mas a dívida não desaparece, ok? Ela continua existindo!

O que acontece na prática

  1. O banco vai pegar parte da sua rescisão
    • O banco pode descontar até 35% das verbas rescisórias (férias, 13º proporcional, saldo de salário).
    • Também pode usar até 10% do seu FGTS e 100% da multa de 40% sobre o FGTS para pagar parte da dívida.
  2. Se sobrar dívida depois disso…
    • O banco transforma o restante em cobrança via boleto ou débito em conta.

E se eu conseguir outro emprego CLT?

Se você arrumar um novo emprego formal, o banco pode tentar voltar a descontar direto da folha do novo emprego, mas isso só acontece:

  • Se o banco e a nova empresa tiverem o sistema de consignado integrado (via eSocial);
  • Se você autorizar.

Caso contrário, a cobrança continua fora da folha, no boleto ou débito automático.

Explicando de forma bem simples

“Vamos supor que você fez um empréstimo e combinou com o banco: ‘todo mês você pega uma parte do meu salário direto com a empresa’.

Mas um dia, a empresa diz: ‘ei, não vou mais pagar salário, ele saiu da empresa’.

O banco então vai olhar para você e falar:

‘Sem problema, eu vou pegar um pedacinho do seu dinheiro da rescisão, do FGTS e, o que faltar, você me paga direto no boleto, tudo bem?’

💡 Ser demitido com um consignado privado não significa que você “perde” o empréstimo ou que ele é perdoado. Significa que ele vai mudar de roupa:

De “desconto na folha” para “boleto na sua casa”.

Mas se você se organizar e negociar com o banco, tudo fica mais leve e previsível.

O que você deve fazer se for demitido?

  • ✔️ Fique atento à sua rescisão – o desconto vai acontecer antes de você ver o dinheiro na conta;
  • ✔️ Converse com o banco – negocie o restante que sobrou da dívida;
  • ✔️ Planeje as próximas parcelas – avalie como vai pagar até conseguir um novo emprego;
  • ✔️ Evite atrasos – o banco pode cobrar juros maiores e negativar seu CPF se você não pagar o que ficou pendente.

Posso pegar um novo consignado se arrumar outro emprego?

✅ Sim, mas será um novo contrato, com novas condições. A dívida antiga vai continuar no banco anterior e você só pode fazer um novo consignado com base no novo emprego.

Funcionário MEI tem Direito ao Crédito do Trabalhador?

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Se você trabalha para um MEI ou é um próprio Microempreendedor Individual, provavelmente já ouviu falar do novo Crédito do Trabalhador. Mas será que essa modalidade de crédito se aplica a você? Vamos te explicar tudo, de forma simples e prática.

Funcionário MEI tem Direito ao Crédito do Trabalhador?


O que é o Crédito do Trabalhador?

O Crédito do Trabalhador é o novo empréstimo consignado privado, criado especialmente para trabalhadores com carteira assinada no setor privado. O grande diferencial? Parcelas descontadas diretamente da folha de pagamento e juros mais baixos do que outras linhas de crédito tradicionais.

💡 Por que os juros são menores?

Porque o pagamento é garantido pelo desconto direto do salário via eSocial, o que reduz o risco para os bancos.

Quem tem direito ao Crédito do Trabalhador?

  • ✅ Trabalhadores com carteira assinada em empresas privadas;
  • ✅ Empregados domésticos;
  • ✅ Trabalhadores rurais;
  • ✅ Funcionários contratados por Microempreendedores Individuais (MEIs).

Isso mesmo! Se você trabalha formalmente para um MEI (tem registro na sua carteira), o crédito também é para você.

Como funciona para o funcionário do MEI?

Se você é contratado por um MEI, você pode aproveitar o Crédito do Trabalhador da mesma forma que um funcionário de uma grande empresa. Veja o passo a passo simples:

  1. Entre no app da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital).
    (Disponível para Android e iOS)
  2. Autorize o compartilhamento de seus dados com as instituições financeiras.
  3. Receba as propostas das instituições em até 24h.
  4. Compare e escolha a melhor oferta.
  5. Assine digitalmente e pronto! O dinheiro cai na conta e as parcelas já serão descontadas na folha.

📌 Limite de desconto: até 35% do salário bruto.

🚨 Atenção: Se você for demitido, o banco pode descontar parte da dívida do FGTS e da multa rescisória.

E o MEI, o dono da empresa, pode pegar o Crédito do Trabalhador?

❌ Não pode.

O Crédito do Trabalhador é exclusivo para quem tem carteira assinada (CLT). O proprietário MEI não se enquadra nessa modalidade porque, como dono, ele não é um trabalhador formal contratado, mas um empreendedor.

Então, o que o MEI (proprietário) pode fazer?

O MEI também tem várias alternativas de crédito no mercado, pensadas especialmente para apoiar pequenos negócios e dar aquele gás na empresa. Olha só:

🚀 Alternativas para o MEI

  • 🔹 Microcrédito Produtivo Orientado (MPO) – Para investimentos e capital de giro com taxas reduzidas.
  • 🔹 PRONAMPE – Linha de crédito do governo com prazos maiores e juros mais baixos.
  • 🔹 Empréstimos específicos para MEI – Oferecidos por bancos públicos e privados, com foco em aquisição de equipamentos, estoque, etc.
  • ✔️ Se você é funcionário de um MEI, tem sim direito ao Crédito do Trabalhador!
  • ✔️ Se você é o dono do MEI, seu caminho está em linhas de crédito específicas para microempreendedores.

Antes de pegar qualquer crédito, seja como funcionário ou como MEI, compare bem as taxas, condições e veja se a parcela cabe direitinho no bolso ou no caixa da empresa. Crédito saudável é aquele que ajuda e não aperta depois!

Perguntas Frequentes sobre o Crédito do Trabalhador

O funcionário de MEI precisa de quanto tempo de carteira assinada para solicitar o Crédito do Trabalhador?

Não existe um tempo mínimo de registro em carteira para solicitar o crédito. O que importa é ter vínculo formal (CLT) ativo e registrado via eSocial. Assim que o vínculo é reconhecido, já é possível pedir o empréstimo.

Funcionários de MEI com contrato intermitente podem solicitar o Crédito do Trabalhador?

Sim, trabalhadores com contrato intermitente (aqueles que trabalham por períodos esporádicos, recebendo por hora ou dia trabalhado) também têm acesso, desde que estejam registrados no eSocial e tenham saldo suficiente de salário para descontar as parcelas.

Posso usar o Crédito do Trabalhador mesmo estando em aviso prévio?

Durante o aviso prévio (trabalhado ou indenizado), a margem consignável pode ficar indisponível, pois há o risco de inadimplência. Normalmente, bancos bloqueiam novas contratações nesse período, mas é sempre bom checar com a instituição financeira.

Se eu tiver outro empréstimo consignado em andamento, posso contratar o Crédito do Trabalhador?

Sim, desde que você não tenha ultrapassado a margem de 35% do salário bruto com outros empréstimos ou descontos em folha. O sistema irá calcular automaticamente quanto da sua margem ainda está disponível.

O funcionário de MEI pode renegociar ou portabilizar o Crédito do Trabalhador para outro banco?

Sim! O funcionário tem direito à portabilidade para outra instituição financeira, caso encontre melhores condições, como juros mais baixos. A renegociação também é possível, diretamente com o banco atual.

Quem é MEI e também trabalha CLT em outra empresa pode solicitar o Crédito do Trabalhador pela empresa onde é funcionário?

Sim! Se o microempreendedor individual também trabalha com carteira assinada em outra empresa (ou até mesmo para outro MEI), poderá solicitar o Crédito do Trabalhador com base nesse vínculo CLT, mesmo sendo MEI em paralelo.

O Crédito do Trabalhador afeta meu score de crédito ou outras linhas de crédito pessoal?

Sim, como qualquer empréstimo. A contratação impacta seu histórico financeiro e pode influenciar o seu score. Porém, por ser um consignado, o risco de inadimplência é menor e, em alguns casos, pode até ajudar a melhorar seu score se o pagamento estiver sempre em dia.

MEI que não tem funcionários pode contratar o Crédito do Trabalhador?

Não. O MEI que não possui empregados formais não tem relação com o Crédito do Trabalhador. Essa linha é exclusiva para trabalhadores CLT, não importando se a empresa contratante é um MEI ou uma grande companhia.

Limite do Cartão de Crédito: Como Funciona e Como Controlar Melhor

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Quando você ouve falar em limite do cartão de crédito, o que vem à sua mente? Para muita gente, é sinônimo de liberdade financeira. Para outros, é uma armadilha pronta para pegar desprevenidos. Mas, afinal, como funciona esse tal limite e por que ele gera tantas dúvidas?

Limite do Cartão de Crédito: Como Funciona e Como Controlar Melhor

Você vai entender de forma clara:

O Que é o Limite do Cartão de Crédito?

De forma simples, o limite do cartão de crédito é o valor máximo que o banco ou instituição financeira libera para você gastar. Esse valor funciona como uma linha de crédito, ou seja, um dinheiro emprestado que você deve pagar de volta ao final do mês, na fatura.

Então, se o seu limite é de R$ 2.000, isso significa que você pode fazer compras e transações até esse valor — seja em uma única compra ou em várias pequenas ao longo do mês.

🔹 Mas atenção: esse valor não é seu, ele é um crédito que o banco oferece. Por isso, usou o cartão, tem que pagar depois.

Como o Limite do Cartão é Definido?

Muita gente se pergunta: “Por que meu limite é baixo se eu ganho bem?” ou “Como fulano tem um limite maior que o meu?”.

A resposta é: depende de vários fatores, como:

  • ✅ Sua renda declarada: o banco geralmente oferece um limite inicial que representa de 20% a 50% da sua renda mensal. Se você ganha R$ 4.000, por exemplo, é comum começar com um limite entre R$ 800 e R$ 2.000.
  • ✅ Histórico de crédito: pagar as faturas em dia, ter um bom score de crédito e manter dívidas sob controle são pontos que pesam bastante.
  • ✅ Relacionamento com o banco: quem tem conta há anos ou utiliza outros serviços da instituição, como investimentos ou financiamentos, tende a receber ofertas melhores de limite.
  • ✅ Análise de risco: bancos avaliam seu comportamento de consumo, perfil de gastos e até dados de crédito em órgãos como SPC e Serasa.

Cada banco tem sua fórmula, mas esses são os fatores mais comuns que definem quanto de crédito será liberado no seu cartão.

O Banco Pode Diminuir o Limite do Meu Cartão?

Sim, e pode fazer isso sem aviso prévio em alguns casos. O banco pode reduzir o seu limite se perceber:

  • Pagamentos de fatura com atraso frequente;
  • Queda na sua renda (às vezes reportada por você ou detectada pelo comportamento de consumo);
  • Endividamento excessivo, incluindo empréstimos ou outros cartões.

Por isso, manter a “casa arrumada” financeiramente é essencial para preservar (ou até aumentar) seu limite.

Como Funciona o Limite em Compras Parceladas?

Aqui muita gente se confunde. Ao parcelar uma compra, o valor total é bloqueado no limite na hora da compra.

🔹 Exemplo: comprou um celular de R$ 1.500 em 10x de R$ 150?

O valor de R$ 1.500 já vai “travar” no seu limite no momento da compra, e a cada mês que você paga uma parcela, o valor pago vai sendo liberado no limite novamente.

Isso evita que a pessoa parcele várias compras e ultrapasse o valor total permitido pelo banco.

O Que Acontece se Eu Estourar o Limite?

Se você tentar comprar algo que ultrapasse seu limite, pode acontecer:

  • A compra ser recusada;
  • O banco oferecer um limite emergencial com juros mais altos;
  • Seu score de crédito cair (caso você aceite o crédito emergencial e atrase o pagamento depois);
  • Cobrança de tarifas extras em alguns bancos.

O ideal? Sempre monitorar o limite pelo aplicativo do seu banco e evitar essa situação.

Como Funciona o Limite com Cartões Adicionais?

Quando você adiciona um cartão adicional (para um familiar, por exemplo), ele compartilha o mesmo limite do titular.

Então, se o seu cartão tem R$ 3.000 de limite, tanto você quanto o adicional somam gastos que não podem ultrapassar esses R$ 3.000.

Alguns bancos permitem que você defina um sub-limite para o adicional, para evitar que ele use o crédito inteiro sem querer.

O Que é o Limite Emergencial?

É como um “empurrãozinho” que o banco oferece quando você estoura o limite.

O limite emergencial (também chamado de crédito emergencial) é um valor extra que o banco libera automaticamente ou sob solicitação. Mas tem um porém: os juros são altos e esse valor precisa ser pago já na próxima fatura.

Use com muito cuidado, pois pode virar uma bola de neve.

Como Definir o Limite Ideal do Cartão de Crédito de Acordo com Sua Renda

Saber qual limite é adequado para o seu perfil financeiro é essencial para manter o controle do orçamento. Uma regra prática é que o limite do cartão de crédito não deve comprometer mais do que 30% a 50% da sua renda mensal.

🔹 Exemplo prático:

Se você ganha R$ 4.000, um limite saudável seria algo entre R$ 1.200 e R$ 2.000. Esse valor é suficiente para emergências ou compras estratégicas, sem colocar em risco o equilíbrio das suas finanças.

Além disso, considere outros fatores:

  • ✅ Suas despesas fixas (aluguel, alimentação, contas);
  • ✅ Se já possui outras dívidas ou empréstimos ativos;
  • ✅ Seu perfil de consumo (se usa o cartão para tudo ou só para compras pontuais).

Dica: ter um limite alto não significa que você precisa utilizá-lo por completo. O ideal é usar o cartão com moderação e sempre dentro do valor que você poderá pagar integralmente na fatura.

Como Evitar Estourar o Limite e Fugir do Ciclo de Endividamento

Estourar o limite do cartão é uma das principais portas de entrada para o endividamento. Veja como evitar essa armadilha comum:

  1. Controle os gastos com um orçamento mensal: Liste suas despesas fixas e variáveis e acompanhe seus gastos com o cartão. Existem diversos aplicativos gratuitos que ajudam nisso.
  2. Evite parcelamentos longos: Quanto mais parcelas você acumula, menor será o limite disponível nos próximos meses. Prefira pagar à vista sempre que possível.
  3. Estabeleça um limite mental menor: Mesmo que o banco aprove um limite alto, defina internamente um teto pessoal menor para manter um uso mais consciente do cartão.
  4. Use o cartão para gastos planejados: Evite usar o crédito como complemento de renda. O cartão deve ser uma ferramenta de conveniência, e não uma extensão do seu salário.
  5. Revise e renegocie quando necessário: Caso já esteja com o limite comprometido e sinta que as finanças estão apertadas, vale buscar renegociação com o banco antes que a situação piore.

Como o Limite Funciona ao Utilizar o Rotativo do Cartão de Crédito

Quando você não paga o valor total da fatura e opta por pagar o valor mínimo, o restante entra no chamado crédito rotativo. Nesse caso, o limite funciona da seguinte forma:

  • O valor que você deixou de pagar vira uma dívida: Essa quantia não retorna imediatamente ao limite do cartão e passa a ser financiada com juros (normalmente altos).
  • Limite comprometido: O valor em aberto segue bloqueado no seu limite até a quitação total da fatura. Isso reduz o crédito disponível para novas compras.
  • Recomposição parcial do limite: Se você paga apenas parte da fatura, só a quantia paga retorna ao seu limite, e o restante continua comprometendo o crédito disponível.

Vale a Pena Ter Mais de Um Cartão para Ampliar o Limite?

Essa é uma dúvida muito comum: será que é melhor ter mais de um cartão para somar limites ou apostar em um único cartão e buscar um aumento de limite ao longo do tempo?

A resposta é: depende do seu perfil financeiro e dos seus objetivos.

🔹 Mais de um cartão pode ser útil quando:

  • Você gosta de aproveitar benefícios diferentes (um cartão com cashback, outro com milhas, por exemplo);
  • Precisa ter um “plano B” caso o limite de um cartão seja insuficiente em situações específicas;
  • Quer dividir os gastos para facilitar o controle (ex.: um cartão só para despesas fixas e outro para compras variáveis).

🔹 Ter apenas um cartão pode ser melhor quando:

  • Você prefere simplificar a gestão financeira, focando em uma fatura só;
  • Busca concentrar o relacionamento em uma instituição para aumentar o limite com mais facilidade;
  • Quer evitar a tentação de “somar limites” e acabar gastando além do que pode pagar.

Dica final: Se optar por ter mais de um cartão, cuidado com a falsa sensação de crédito ilimitado. O segredo está no equilíbrio: tanto faz ter um ou três cartões, o importante é que o limite total esteja sempre dentro da sua realidade financeira e do seu orçamento mensal.


Empréstimo Consignado Privado Como Funciona?

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O empréstimo consignado privado é uma modalidade de crédito destinada a trabalhadores do setor privado com carteira assinada (CLT). Nessa modalidade, as parcelas do empréstimo são descontadas diretamente da folha de pagamento do empregado, o que reduz o risco de inadimplência e permite que as instituições financeiras ofereçam condições mais vantajosas, como taxas de juros mais baixas e prazos mais longos para pagamento.

Empréstimo Consignado Privado Como Funciona?

Como funciona o consignado privado?

No empréstimo consignado privado, o trabalhador solicita o crédito junto a uma instituição financeira que oferece essa modalidade. Após a aprovação, as parcelas são descontadas automaticamente do salário mensal do empregado, até a quitação total do empréstimo. Essa sistemática garante maior segurança para o credor e facilita o processo de pagamento para o devedor.

Qual é a margem para o consignado privado e como ela funciona?

A margem consignável refere-se ao valor máximo da renda mensal líquida que pode ser comprometido com o pagamento das parcelas de um empréstimo consignado. Portanto, ela está diretamente relacionada ao valor das parcelas mensais e não ao montante total do empréstimo.

Como funciona na prática:

  • Cálculo da margem consignável: A legislação brasileira estabelece que até 35% da renda líquida mensal pode ser destinada ao pagamento de parcelas de empréstimos consignados. Adicionalmente, 5% podem ser utilizados exclusivamente para despesas com cartão de crédito consignado, totalizando uma margem de 40%.
  • Determinação do valor máximo da parcela: Para um indivíduo com renda líquida mensal de R$ 3.000,00, a margem de 35% para empréstimos consignados corresponde a R$ 1.050,00. Isso significa que as parcelas mensais de um empréstimo não podem ultrapassar esse valor.
  • Cálculo do valor total do empréstimo: O montante total que pode ser emprestado dependerá do valor da parcela máxima permitida (R$ 1.050,00), da taxa de juros aplicada e do prazo de pagamento. Utilizando-se ferramentas como simuladores de empréstimo, é possível determinar o valor total do empréstimo com base nesses parâmetros.

Importante: ao considerar um empréstimo consignado, é fundamental avaliar não apenas o valor total desejado, mas principalmente se as parcelas mensais se encaixam dentro da margem consignável permitida.

Como saber minha margem de consignado privado?

Para verificar sua margem consignável disponível, é necessário consultar o departamento de recursos humanos da sua empresa ou acessar sistemas internos, caso existam. Algumas instituições financeiras também oferecem ferramentas online que auxiliam no cálculo da margem disponível.

Qual a diferença entre Consignado Privado e Empréstimo Pessoal?

A principal diferença entre o empréstimo consignado privado e o empréstimo pessoal está na forma de pagamento das parcelas. No consignado, as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento, o que reduz o risco de inadimplência e permite condições mais favoráveis, como taxas de juros menores e prazos mais longos. Já no empréstimo pessoal, as parcelas são pagas pelo próprio cliente, geralmente por meio de boletos ou débito em conta, o que pode acarretar em taxas de juros mais elevadas devido ao maior risco para a instituição financeira.

Taxas e prazos do Consignado Privado

As taxas de juros do empréstimo consignado privado costumam ser mais baixas em comparação a outras modalidades de crédito, variando conforme a instituição financeira e o perfil do cliente. Os prazos de pagamento também são mais alongados, podendo chegar a até 48 meses, dependendo das condições oferecidas pela instituição.

Vantagens e desvantagens do consignado privado

Vantagens:

  • Taxas de juros mais baixas: Devido ao desconto automático em folha, o risco de inadimplência é menor, permitindo juros mais atrativos.
  • Prazos mais longos: Possibilidade de parcelamento em até 48 meses, facilitando o planejamento financeiro.
  • Facilidade na contratação: Processo menos burocrático e aprovação mais ágil.

Desvantagens:

  • Comprometimento da renda: Parte do salário fica comprometida mensalmente, reduzindo a renda disponível para outras despesas.
  • Risco de superendividamento: Sem um planejamento adequado, o trabalhador pode comprometer uma parcela significativa de sua renda, dificultando o cumprimento de outras obrigações financeiras.

Quem pode solicitar o consignado privado?

Podem solicitar o empréstimo consignado privado os trabalhadores do setor privado com carteira assinada (CLT) que possuam margem consignável disponível. É necessário que a empresa tenha convênio com a instituição financeira que oferece o crédito consignado ou que estejam aptas a implementar o desconto em folha conforme a nova regulamentação.

Como conseguir o consignado privado?

Para contratar o empréstimo consignado privado, siga os seguintes passos:

  • Verifique sua margem consignável: Consulte o departamento de recursos humanos da sua empresa ou utilize ferramentas online das instituições financeiras para saber o quanto da sua renda pode ser comprometida.
  • Pesquise instituições financeiras: Compare as condições oferecidas por diferentes bancos e financeiras, analisando taxas de juros, prazos e demais condições.
  • Apresente a documentação necessária: Geralmente, são solicitados documentos pessoais, comprovante de residência e os três últimos contracheques.
  • Aguarde a análise e aprovação: Após o envio da documentação, a instituição financeira realizará a análise de crédito e, se aprovado, o valor será liberado conforme as condições acordadas.

Quais instituições oferecem o Consignado Privado?

Diversas instituições financeiras oferecem o empréstimo consignado privado. Entre elas, destacam-se:

  • BV: Oferece crédito rápido e descomplicado, com desconto direto na folha de pagamento, exclusivo para profissionais com carteira assinada. Saiba mais
  • Creditas: Disponibiliza empréstimo consignado privado com prazos de pagamento entre 6 e 48 meses e taxas de juros competitivas. Saiba mais
  • Banco PAN: Oferece soluções de crédito consignado para trabalhadores do setor privado, com condições diferenciadas e atendimento personalizado. Saiba mais

Perguntas Frequentes sobre Empréstimo Consignado Privado

O que acontece com o empréstimo consignado privado se eu for demitido?

Em caso de demissão, o saldo devedor pode ser abatido das verbas rescisórias, respeitando os limites legais. Se o valor das verbas não for suficiente para quitar a dívida, o trabalhador deverá negociar as condições de pagamento do saldo restante diretamente com a instituição financeira.

É possível contratar um empréstimo consignado privado se minha empresa não tiver convênio com bancos?

Com as novas regras do consignado privado, não é mais necessário que a empresa tenha convênio com bancos. O trabalhador pode autorizar o compartilhamento de seus dados por meio da Carteira de Trabalho Digital, permitindo que instituições financeiras habilitadas façam propostas de crédito.

Quais são as taxas de juros do empréstimo consignado privado?

As taxas de juros do consignado privado variam conforme a instituição financeira e o perfil do cliente. Geralmente, são mais baixas que as de outras modalidades de crédito devido ao desconto automático em folha, reduzindo o risco de inadimplência.

Posso contratar mais de um empréstimo consignado privado simultaneamente?

Sim, é possível ter mais de um empréstimo consignado, desde que a soma das parcelas não ultrapasse a margem consignável de 35% da renda mensal líquida.

Como contratar o novo crédito consignado privado?

Para contratar o novo consignado privado, acesse a Carteira de Trabalho Digital, autorize o compartilhamento dos seus dados com instituições financeiras habilitadas e aguarde as propostas de crédito. Após analisar as ofertas, finalize a contratação diretamente com o banco escolhido.

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Empréstimo BV: Pessoal, Consignado, FGTS e Muito Mais. Confira!

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O Banco BV oferece diversas modalidades de empréstimos para atender às necessidades financeiras de seus clientes. vamos apresentar as principais opções, requisitos, taxas de juros e informações essenciais para você tomar a melhor decisão.

Empréstimo BV: Pessoal, Consignado, FGTS e Muito Mais. Confira!

Tipos de Empréstimos Oferecidos pelo BV

  • Empréstimo Pessoal: Ideal para quem busca crédito sem necessidade de garantias. Os valores vão de R$ 500 a R$ 20.000, com prazos de 6 a 24 meses para pagamento.
  • Empréstimo com Garantia de Veículo: Permite utilizar um veículo quitado como garantia, oferecendo taxas de juros mais baixas e prazos de até 60 meses.
  • Empréstimo Consignado: Destinado a aposentados, pensionistas do INSS e funcionários de empresas conveniadas, com parcelas descontadas diretamente da folha de pagamento e taxas de juros reduzidas.
  • Empréstimo FGTS: Possibilita a antecipação de até 10 parcelas do saque-aniversário do FGTS, com taxas de juros competitivas e sem comprometer o orçamento mensal.

Requisitos para Solicitar um Empréstimo no BV

  • Idade Mínima: 18 anos.
  • Documentação Necessária: RG, CPF, comprovante de renda e comprovante de residência atualizados.
  • Análise de Crédito: Sujeita à aprovação conforme critérios do Banco BV.

Taxas de Juros dos Empréstimos do BV

As taxas de juros variam conforme a modalidade escolhida e o perfil do cliente:

  • Empréstimo Pessoal: A partir de 3,36% ao mês.
  • Empréstimo Consignado: Taxas reduzidas devido ao baixo risco de inadimplência.
  • Empréstimo com Garantia de Veículo: Taxas personalizadas conforme análise de crédito.

Comparativo de Parcelas para Empréstimo de R$ 10.000 em 12 Meses

Modalidade Parcela Mensal Taxa de Juros Mensal
Empréstimo Pessoal R$ 1.000 3,36%
Empréstimo Consignado R$ 920 2,15%
Empréstimo com Garantia de Veículo R$ 890 1,90%

Valores aproximados para fins ilustrativos. As condições reais podem variar conforme análise de crédito e políticas do banco.

Empréstimos para Negativados

O BV oferece opções como o Empréstimo FGTS, que permite a antecipação do saque-aniversário, sendo uma alternativa para quem está negativado, desde que tenha saldo disponível no FGTS.

Prazo de Liberação do Empréstimo

Após a aprovação, o crédito é liberado em até 2 dias úteis, dependendo da modalidade e do cumprimento de todas as exigências documentais.

Solicitação de Empréstimo Online e via WhatsApp

O BV disponibiliza a contratação de empréstimos de forma 100% digital, pelo site ou aplicativo e informações via Whatsapp. O número oficial e verificado para esse serviço é o (11) 3003-1616. Ao entrar em contato por esse canal, você será atendido pelo assistente virtual Levi, que poderá auxiliá-lo em diversas operações, como:​

  • Empréstimos
  • Emissão de boletos;​
  • Antecipação de parcelas;​
  • Renegociação de contrato;​
  • Consultas relacionadas a cartões de crédito;​
  • Entre outros serviços.​

É importante destacar que o Banco BV não solicita depósitos antecipados para a liberação de empréstimos. Desconfie de contatos que peçam qualquer tipo de pagamento antecipado ou que utilizem números diferentes do oficial mencionado acima. Para garantir a segurança de suas operações, sempre verifique se está se comunicando através dos canais oficiais do banco. Em caso de dúvidas, utilize os seguintes contatos:​

  • 3003 7888 (capitais e regiões metropolitanas)
  • 0800 011 7888 (demais localidades).​
  • Ouvidoria: 0800 707 0083.

Contatos e Canais de Atendimento BV

  • Site Oficial: www.bv.com.br
  • Central de Atendimento: 3003 7888 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 011 7888 (demais localidades). Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h40, e aos sábados, das 10h às 16h.
  • Ouvidoria: 0800 707 0083. Atendimento de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, exceto feriados.

Para solicitar e saber mais informações, acesse:
Site Oficial BV

Perguntas Frequentes sobre Empréstimo BV

Como posso antecipar as parcelas do meu financiamento?

Você pode antecipar as parcelas do seu financiamento de várias maneiras:

  • App BV: Acesse “Menu Principal > Meus contratos” e clique em “Antecipar”. Você pode copiar o código de barras ou gerar o boleto em PDF. Se preferir, pode enviar por e-mail.
  • WhatsApp: Salve o número (11) 3003-1616 e nos chame por lá.
  • Atendimento Eletrônico (URA): Ligue para (11) 3003-1616 ou 0800 701 8600, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Você pode ouvir, solicitar por SMS ou pedir por e-mail.
  • ChatBot no app: Na opção de caixa de diálogo acima do seu nome, você terá o link direcionando para o App.

Como posso solicitar a segunda via do meu boleto ou carnê digital?

Para solicitar a segunda via do seu boleto ou carnê digital, você pode:

  • App BV: Acesse “Menu Principal > Meus contratos”. Você pode gerar o boleto clicando no valor para a data atual, podendo antecipar ou quitar pelos itens correspondentes. Pode copiar o código de barras ou gerar o boleto em PDF. Se preferir, pode enviar por e-mail.
  • WhatsApp: Salve nosso número (11) 3003-1616 e nos chame por lá.
  • Atendimento Eletrônico (URA): Ligue para (11) 3003-1616 ou 0800 701 8600, disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. Você pode ouvir, solicitar por SMS ou pedir por e-mail.
  • ChatBot no app: Na opção de caixa de diálogo acima do seu nome.

Como posso saber se meu contrato está em débito automático?

No app, clique em “Menu” e depois selecione “débito automático”. Verifique se o contrato está marcado para débito.

Como posso consultar o saldo devedor do meu contrato de financiamento?

Para consultar o saldo devedor do seu contrato de financiamento:

  1. Pelo nosso app, acesse “Menu Principal > Meus contratos”.
  2. Clique em “Quitar Financiamento”. Aparecerá na tela detalhes do valor: valor das parcelas, descontos e o total a pagar que é o saldo devedor para a data da consulta.
  3. Você poderá copiar o código de barras ou gerar o boleto em PDF. Se preferir, pode enviar por e-mail.
  4. Você também tem a opção de alterar a data de vencimento da quitação, escolhendo para até 10 dias.

Posso alterar a data de vencimento das minhas parcelas do financiamento?

Não é possível fazer alteração devido às condições de contrato. Esse vencimento se dá em 30, 45 ou 60 dias da data do financiamento (carência). A única exceção é se a solicitação for feita antes da cobrança da primeira parcela do contrato; caso contrário, não será possível. Em situações de renegociação, há possibilidade de mudar a data de vencimento, mas entra em outra condição do contrato.


Empréstimo Banco do Brasil Como Solicitar via WhatsApp

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Os empréstimos oferecidos pelo Banco do Brasil (BB) são soluções financeiras que atendem a diversas necessidades, desde despesas pessoais até investimentos maiores. Com uma variedade de modalidades, o BB busca proporcionar condições vantajosas e flexíveis para seus clientes.

Empréstimo Banco do Brasil Como Solicitar via WhatsApp

Tipos de Empréstimos Oferecidos pelo Banco do Brasil

  1. Empréstimo Pessoal: Disponível para correntistas, oferece crédito rápido sem necessidade de justificativa de uso. As taxas de juros variam entre 2,31% a.m. e 5,89% a.m., com prazos de pagamento de 2 a 96 meses.
  2. Empréstimo Consignado: Destinado a aposentados, pensionistas do INSS, servidores públicos e funcionários de empresas privadas conveniadas. As parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento, permitindo taxas de juros mais baixas, que podem variar entre 0,85% a.m. e 2,99% a.m., com prazos de até 96 meses.
  3. Crédito Salário: Exclusivo para clientes que recebem salário pelo BB, oferece condições especiais como taxas de juros entre 3,00% a.m. e 6,11% a.m., prazos de 2 a 96 meses e possibilidade de iniciar o pagamento em até 180 dias.
  4. Crédito Benefício: Voltado para aposentados e pensionistas do INSS que recebem seus benefícios no BB. Oferece prazos de até 72 meses e taxas de juros médias de 2,02% a.m.
  5. Empréstimo com Garantia: Permite utilizar bens como veículos ou imóveis como garantia, resultando em taxas de juros mais baixas. As condições específicas dependem do bem oferecido e da análise de crédito.
  6. Antecipação do Saque-Aniversário do FGTS: Disponível para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário do FGTS, permite antecipar até sete parcelas anuais, com taxas de juros a partir de 1,59% a.m.

Requisitos para Solicitar um Empréstimo no Banco do Brasil

  • Conta Corrente Ativa: Ser correntista do BB é fundamental para acessar as linhas de crédito.
  • Análise de Crédito: O banco realiza uma avaliação do perfil financeiro do solicitante, considerando histórico de crédito e capacidade de pagamento.
  • Documentação Pessoal: Documentos como RG, CPF e comprovante de residência atualizados são necessários.
  • Comprovante de Renda: Dependendo da modalidade, pode ser exigido comprovante de renda ou benefício.

Taxas de Juros dos Empréstimos do Banco do Brasil

As taxas de juros variam conforme a modalidade escolhida e o perfil do cliente:

  • Empréstimo Pessoal: De 2,31% a.m. a 5,89% a.m.
  • Empréstimo Consignado: De 0,85% a.m. a 2,99% a.m.
  • Crédito Salário: De 3,00% a.m. a 6,11% a.m.
  • Crédito Benefício: Média de 2,02% a.m.
  • Antecipação do Saque-Aniversário do FGTS: A partir de 1,59% a.m.

Comparativo de Parcelas para Empréstimo de R.000 em 12 Meses

Observação: Os valores abaixo são estimativas e podem variar conforme a análise de crédito e condições específicas de cada cliente.

  1. Empréstimo Pessoal:
    • Taxa de Juros: 4,27% a.m.
    • Parcela Mensal: R$ 1.025,00
    • Total Pago: R$ 12.300,00
  2. Empréstimo Consignado:
    • Taxa de Juros: 1,48% a.m.
    • Parcela Mensal: R$ 916,00
    • Total Pago: R$ 10.992,00
  3. Antecipação do Saque-Aniversário do FGTS:
    • Taxa de Juros: 1,59% a.m.
    • Parcela Anual: R$ 10.159,00
    • Total Pago: R$ 10.159,00

Empréstimos para Negativados

O BB oferece opções de crédito para clientes com restrições no nome, como o Empréstimo Consignado, devido à segurança proporcionada pelo desconto direto na folha de pagamento. No entanto, a aprovação está sujeita à análise de crédito e às políticas internas do banco.

Prazos de Liberação do Empréstimo

O tempo de liberação de um empréstimo no Banco do Brasil (BB) varia conforme a modalidade escolhida e a análise de crédito. Geralmente, o processo completo, desde a simulação até a assinatura digital do contrato, leva de 2 a 3 dias úteis. Após a averbação do contrato, o valor é transferido para a conta indicada em até 24 horas.

Solicitação de Empréstimo Online e via WhatsApp

O BB disponibiliza canais digitais para a contratação de empréstimos, garantindo praticidade e segurança aos clientes.

  1. Aplicativo BB:
    • Acesso: Faça login no app BB com sua senha de 8 dígitos, biometria ou reconhecimento facial.
    • Menu Empréstimos: No menu principal, selecione “Empréstimos”.
    • Simulação e Contratação: Clique em “Contratar Empréstimo” e, em seguida, em “Simular e Contratar”. Escolha a opção que melhor se adapta às suas necessidades e finalize a contratação.
  2. WhatsApp:
    • Número Oficial: Adicione o número (61) 4004-0001 aos seus contatos.
    • Início da Conversa: Envie uma mensagem para iniciar o atendimento automatizado.
    • Simulação e Contratação: Siga as instruções fornecidas pelo assistente virtual para simular e contratar o empréstimo desejado.

► Confira as informações oficias. Acesse WhatsApp Banco do Brasil

⚠️Atenção: O Banco do Brasil oferece a opção de contratação de empréstimos via WhatsApp. Certifique-se de utilizar apenas o número oficial mencionado acima para evitar possíveis fraudes.

Observações sobre o Empréstimo Banco do Brasil

  • Flexibilidade de Pagamento: Algumas modalidades permitem iniciar o pagamento em até 180 dias e oferecem prazos de até 96 meses para quitação.
  • Opção de Pular Parcelas: Clientes podem escolher um ou dois meses do ano para não pagar a parcela do crédito, proporcionando maior flexibilidade financeira.
  • Cashback: Ao manter o salário no BB, é possível receber parte do valor da parcela de volta, conforme as condições estabelecidas pelo banco.

Contatos e Canais de Atendimento do Banco do Brasil

  • Central de Atendimento:
    • Capitais e regiões metropolitanas: 4004 0001
    • Demais localidades: 0800 729 0001
  • SAC: 0800 729 0722
  • Ouvidoria: 0800 729 5678
  • WhatsApp: (61) 4004-0001
  • Aplicativo BB: Disponível para Android e iOS.

Para mais informações ou dúvidas, acesse o site oficial do Banco do Brasil ou visite uma agência próxima.

Para solicitar e saber mais informações, acesse:
Site Oficial Banco do Brasil

Dividendos de Ações: Guia Completo para Iniciantes

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Dividendos de ações são parcelas do lucro líquido de uma empresa distribuídas aos acionistas, na proporção do número de ações que cada um possui​. Em outras palavras, ao comprar ações de uma companhia e se tornar acionista, você passa a ter direito a uma parte dos lucros dela. Essa parcela do lucro é paga periodicamente como forma de remuneração ao investidor. Os dividendos representam um provento (rendimento) adicional para quem investe, pois garantem um ganho mesmo que o preço das ações caia eventualmente​.

Dividendos de Ações: Guia Completo para Iniciantes

Todas as empresas listadas na bolsa de valores que obtêm lucro devem destinar parte desse resultado aos acionistas, conforme determina a Lei das Sociedades por Ações (Lei 6.404/76). A porcentagem exata é definida no estatuto social de cada companhia. Muitas empresas adotam um dividendo mínimo obrigatório em torno de 25% do lucro líquido do exercício​, mas esse percentual pode variar. Se o estatuto não especificar um valor, a legislação estabelece a distribuição de 50% do lucro líquido ajustado do ano como dividendo obrigatório​. Em suma, por lei o acionista tem direito a receber uma fração do lucro anual da empresa quando há lucro, garantindo que participe dos resultados.

É importante notar que, caso a empresa enfrente prejuízos ou queira reinvestir grande parte do lucro em projetos de expansão, ela pode propor não distribuir dividendos naquele ano. Essa decisão precisa ser aprovada em assembleia de acionistas e estar de acordo com as exceções permitidas em lei​. No entanto, de forma geral as companhias consolidadas e financeiramente saudáveis procuram pagar dividendos regularmente para recompensar investidores e manter sua confiança.

Como funcionam os dividendos na prática?

Para entender o funcionamento dos dividendos, vamos passo a passo pelo processo desde o lucro até o dinheiro na conta do investidor:

  • Resultados e declaração: Primeiro, a empresa apura seu lucro ao fim de um período (trimestre, semestre ou ano). Com base nesse resultado, a administração decide qual parcela do lucro será distribuída como dividendos, conforme sua política interna e obrigações legais. Essa proposta é levada à Assembleia Geral de Acionistas, que aprova o montante a ser distribuído. Após a aprovação, a companhia anuncia oficialmente o pagamento de dividendos, informando o valor por ação, a data de registro (data-com), a data ex-dividendo e a data de pagamento.
  • Data de registro (ou “data-com”): É a data que define quem terá direito de receber os dividendos. Todos que estiverem como acionistas até o fim desse dia terão direito ao pagamento. Você não precisa fazer nada além de possuir as ações nessa data de corte.
  • Data ex-dividendo (data “ex”): É o pregão seguinte à data de registro, quando as ações passam a ser negociadas sem direito aos dividendos anunciados. Ou seja, quem comprar ações a partir da data ex-dividendo já não recebe aquele dividendo específico. A data ex existe para “cortar” a lista de beneficiários, garantindo que somente quem era acionista durante o período em que o lucro foi gerado receba a remuneração.
  • Data de pagamento: É o dia em que o valor do dividendo será creditado aos acionistas com direito. Na data de pagamento, o dinheiro dos dividendos aparece na conta do investidor na sua corretora (ou conta bancária, dependendo do caso) de forma automática. Não é necessário acionar a empresa ou a bolsa – todo o processo é organizado pela companhia e pela B3 (Bolsa de Valores) para que o crédito ocorra para quem tem direito.

Em relação à frequência de distribuição, por lei as empresas de capital aberto precisam distribuir dividendos pelo menos uma vez ao ano (se tiveram lucro). No entanto, muitas optam por pagamentos mais frequentes, como trimestrais ou semestrais, e algumas até fazem distribuição mensal​. A regularidade depende da política da empresa e da estabilidade do seu fluxo de caixa. Empresas com lucros consistentes costumam pagar trimestralmente, ao passo que outras preferem concentrar tudo em um pagamento anual. De qualquer forma, o investidor de longo prazo pode se beneficiar reinvestindo os dividendos recebidos ou utilizando-os como renda.

Por que as empresas pagam dividendos?

As empresas pagam dividendos principalmente para recompensar seus acionistas e atrair investidores. Distribuir parte dos lucros demonstra que a companhia é lucrativa e gera valor aos sócios. Esse pagamento periódico funciona como um incentivo: ao investir em ações que pagam bons dividendos, o acionista recebe uma espécie de “renda extra” além da possível valorização das ações. Muitos investidores buscam empresas pagadoras de dividendos exatamente para construir uma fonte de renda passiva, isto é, ganhos recorrentes sem precisar vender as ações.

No Brasil, além de ser uma prática de mercado, pagar dividendos também é uma obrigação legal quando há lucro, conforme vimos. Porém, mesmo quando não seriam obrigadas, muitas empresas optam por distribuir proventos porque isso aumenta o interesse de investidores em suas ações e pode valorizar seus papéis no longo prazo​. De modo geral, companhias estáveis e maduras – aquelas já consolidadas no mercado, com fluxo de caixa previsível e menores necessidades de reinvestimento – tendem a pagar dividendos mais elevados e constantes​. Bons exemplos são empresas de setores como energia elétrica, bancos, saneamento e outras utilidades públicas, que costumam apresentar lucros consistentes e dividem uma fatia considerável desses lucros com os acionistas.

Por outro lado, empresas em fase de rápido crescimento ou que precisam financiar novos projetos podem distribuir menos dividendos, preferindo reinvestir os lucros no próprio negócio. Isso não significa que empresas de crescimento nunca paguem dividendos – elas podem pagar pontualmente (por exemplo, após a venda de um ativo importante) ou equilibrar um dividendo menor enquanto ainda retêm parte dos lucros para expansão​. Portanto, ao avaliar uma ação, é importante entender o perfil da empresa e sua política de dividendos.

Em resumo, do ponto de vista do investidor, investir em ações que pagam dividendos é atrativo porque oferece retorno duplo: você pode lucrar com a valorização das ações ao longo do tempo e, simultaneamente, recebe ganhos diretos em dinheiro na forma de proventos. Essa estratégia de investimento focada em dividendos é bastante popular entre quem busca independência financeira ou complementar a renda (por exemplo, obter renda na aposentadoria sem vender seus ativos).

Dividend yield e outros termos importantes

Para quem está começando, é útil conhecer alguns termos técnicos relacionados a dividendos, equilibrando o entendimento com explicações simples:

  • Dividend Yield (DY): É um dos principais indicadores para avaliar dividendos. O dividend yield mede a taxa de retorno de uma ação na forma de dividendos​. Ele é expresso em porcentagem e calculado dividindo o valor anual de dividendos por ação pelo preço atual da ação, multiplicando por 100. Por exemplo, se uma ação custa R$40 e pagou R$2 em dividendos nos últimos 12 meses, seu DY foi de 5%. Esse percentual indica que, em um ano, o investidor recebeu o equivalente a 5% do valor da ação em dividendos. Quanto maior o DY, maior o retorno relativo em dividendos, o que em geral é positivo – embora seja preciso analisar caso a caso. Um DY muito alto pode ocorrer porque a ação caiu de preço ou devido a um dividendo excepcional (não recorrente), então deve-se verificar se o nível de dividendos é sustentável. De modo geral, o dividend yield ajuda a comparar o rendimento das ações com outros investimentos e identificar boas pagadoras de dividendos.
  • Payout ratio: Embora menos comentado pelos iniciantes, esse termo se refere ao percentual do lucro que a empresa efetivamente distribui aos acionistas. Por exemplo, se a empresa lucrou R$100 milhões e distribuiu R$25 milhões em dividendos, seu payout foi de 25%. Esse indicador mostra o equilíbrio entre distribuição e reinvestimento: um payout muito baixo significa que a empresa retém a maior parte dos lucros, enquanto um muito alto indica que está distribuindo quase tudo e reinvestindo pouco. Cada setor tem uma dinâmica – empresas de crescimento tendem a ter payout baixo, e empresas maduras podem ter payout alto.
  • Juros sobre Capital Próprio (JCP): No Brasil, além dos dividendos tradicionais, existe essa forma alternativa de distribuir lucros. O JCP é semelhante a um dividendo, porém contabilizado como despesa para a empresa. A diferença principal está na tributação: a empresa paga o JCP aos acionistas e pode deduzi-lo do lucro tributável (economizando impostos), enquanto o acionista paga 15% de imposto de renda sobre o valor recebido de JCP. Já os dividendos, atualmente, são isentos de imposto de renda para o investidor pessoa física​. Em outras palavras, se você receber R$100 em dividendos, esse valor cai integralmente na sua conta sem tributação; se receber R$100 em JCP, vem descontado imposto (ficando R$85 líquidos, por exemplo). Vale lembrar que, até o momento, os dividendos continuam isentos de impostos no Brasil, mas mudanças na legislação podem ocorrer no futuro​. Fique atento às notícias sobre reforma tributária, pois a cobrança de imposto sobre dividendos já foi discutida e pode voltar à pauta.
  • Data com e data ex-dividendo: Já explicamos acima, mas reforçando os termos: “data com” é o último dia em que a ação é negociada com direito ao dividendo declarado; “data ex” é a partir de quando ela é negociada sem esse direito. Esses termos serão informados nos comunicados de dividendos das empresas e são fundamentais para o investidor saber até quando precisa estar posicionado na ação para receber o provento.
  • Dividendos trimestrais, intermediários e extraordinários: Algumas expressões que você pode encontrar: dividendo trimestral (pagamento regular a cada trimestre), dividendo intercalar ou intermediário (um dividendo pago entre os períodos habituais, geralmente quando a empresa teve lucro acima do esperado e decide antecipar parte aos acionistas) e dividendo extraordinário (distribuição fora do comum, frequentemente ligado a algum evento não recorrente, como venda de um negócio, recebimento de indenização, etc.). Essas modalidades indicam quando e por que o dividendo está sendo pago fora do cronograma regular.

Conhecer esses termos ajuda a navegar pelos relatórios e comunicados das empresas sem se perder no linguajar técnico. Lembre-se de que, apesar dos nomes complicados, o conceito básico permanece: remunerar o acionista pela sua participação na empresa.

Dicas para investir em ações com foco em dividendos

Investir visando dividendos pode ser uma ótima estratégia, especialmente para quem busca acumular patrimônio ao longo do tempo e gerar renda passiva. Algumas dicas básicas para iniciantes:

  • Estude o histórico de dividendos da empresa: Verifique se a companhia tem um histórico consistente de pagamento de dividendos. Empresas que pagam regularmente (todos os anos ou trimestres) demonstram compromisso com o acionista. Você pode encontrar essa informação nos relatórios anuais, informes ao mercado ou em sites oficiais da empresa e da B3 (a Bolsa). Uma pesquisa rápida também revela se a empresa reduziu ou suspendeu dividendos em anos difíceis – o que pode acontecer, mas o ideal é identificar quem consegue manter pagamentos estáveis ou crescentes.
  • Olhe além do yield: Um alto dividend yield é atrativo, mas não analise apenas esse número. Às vezes, um DY elevado decorre de queda no preço da ação (o que pode sinalizar problemas na empresa) ou de um pagamento excepcional que não vai se repetir. Prefira empresas com fundamentos sólidos, lucro crescente e que aliem bom yield com sustentabilidade. Leia análises e relatórios de mercado sobre as “boas pagadoras de dividendos” para entender se o patamar de dividendos é seguro.
  • Diversifique sua carteira: Não coloque todo o capital em uma única ação somente porque ela paga dividendos altos. O ideal é montar uma carteira de dividendos diversificada, com empresas de setores diferentes (financeiro, elétrico, varejo, etc.). Assim, você dilui riscos – se uma empresa tiver um ano ruim e pagar menos dividendos, outras podem compensar. Além disso, diferentes setores tendem a pagar dividendos em épocas distintas do ano, o que pode lhe proporcionar um fluxo de caixa mais regular ao longo dos meses.
  • Reinvista os dividendos (se puder): Para acelerar o crescimento do seu patrimônio, considere reinvestir os dividendos recebidos na compra de mais ações. Essa prática aproveita o poder dos juros compostos – os dividendos compram novas ações, que por sua vez gerarão dividendos maiores no futuro. Ao longo de vários anos, reinvestir pode aumentar significativamente sua renda passiva. Muitos investidores de sucesso atribuem boa parte de seus resultados ao reinvestimento automático dos proventos.
  • Atenção à tributação e documentação: Como mencionado, os dividendos são isentos de IR para pessoas físicas atualmente. Porém, você deve declará-los na ficha de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” do imposto de renda anual, para ficar em dia com o Leão​. Guardar os informes de rendimentos enviados pela sua corretora facilita esse processo. E fique de olho em possíveis mudanças na legislação tributária que possam afetar a rentabilidade líquida da sua estratégia de dividendos no futuro.
  • Mantenha visão de longo prazo: A estratégia de viver de dividendos não funciona da noite para o dia. Construa sua carteira pensando em anos ou décadas. Reavalie periodicamente as empresas, acompanhe notícias sobre seus setores e continue aportando em boas oportunidades. Com paciência e disciplina, os dividendos podem se tornar uma fonte substancial de renda no longo prazo, ajudando até mesmo a atingir a independência financeira.

Dividendos de ações são uma forma eficiente de o investidor colher os frutos do sucesso das empresas nas quais investe. Eles proporcionam renda passiva, potencializam os retornos totais ao longo do tempo e podem oferecer segurança extra em momentos de volatilidade do mercado. Para iniciantes, compreender os conceitos fundamentais – como o que são dividendos, como e quando são pagos, o significado de dividend yield e as políticas das empresas – é o primeiro passo para investir com confiança.

Se você está começando agora, procure equilibrar o aprendizado técnico com uma abordagem prática: estude, mas também abra sua conta em uma corretora confiável e comece, mesmo que com pouco, a montar sua carteira de investidores. Nada substitui a experiência de acompanhar na prática o crédito dos primeiros dividendos na sua conta – é quando você realmente entende o poder de investir em ações.

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